O policial militar de folga que matou a tiros o dono de um bar no Cachambi, na Zona Norte do Rio, na tarde desta segunda-feira (12), alegou à Polícia Militar que atirou após a vítima sacar um simulacro de arma de fogo durante uma discussão.

A vítima é Willyan Curado da Silva, de 28 anos. O crime aconteceu na Rua Baldraco, no cruzamento com a Rua Ferreira de Andrade, a poucos metros da Igreja Nossa Senhora Aparecida, que recebia um grande público por causa das comemorações da padroeira.

Segundo a PM, agentes da Unidade de Polícia de Proximidade (UPP) do Jacaré foram acionados para uma ocorrência de homicídio no bairro. No local, encontraram a vítima já sem vida.

Ainda de acordo com a corporação, o autor do disparo permaneceu na cena do crime e se identificou como policial militar. Em depoimento inicial, ele afirmou que havia se desentendido com Willyan e que efetuou o disparo após o comerciante sacar um simulacro de arma de fogo.

O crime aconteceu a poucos metros da Igreja Nossa Senhora Aparecida no Cachambi

Testemunhas relataram que o crime ocorreu após uma briga. O caso será investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC).

Em nota, a Polícia Militar informou que a Corregedoria Geral da corporação acompanha o caso e vai instaurar um procedimento para apurar a conduta do agente envolvido na ocorrência.

A Polícia Civil disse que investiga o homicídio. Ainda não há informações sobre o local do velório e enterro de Willyan Curado.

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