O Objetivo Sorocaba chega aos 45 anos tendo sido, nos últimos anos, sete vezes a escola que mais aprova em Sorocaba.
Parte do caminho até esse número passa pela preparação e incentivo em olimpíadas científicas, onde a escola já soma mais de 3.500 medalhas entre 2022 e 2026.
E a medalha científica não é só para ficar na estante. Em 2025, três alunos entraram na Unesp por vaga olímpica, sem precisar fazer vestibular.
Antes disso tudo, existe um método sólido construído ao longo de décadas: 30 anos desenvolvendo educação socioemocional e pensamento crítico, desde 1996, e projetos que tiram o aluno do conforto da cadeira.
Escola soma sete anos como a que mais aprova em universidades públicas e privadas da região
Quando a medalha deixa de ser exceção e vira rotina
Na maioria das escolas, uma medalha em olimpíada científica é um evento raro. Rende foto no mural e uma menção na formatura.
No Objetivo Sorocaba, virou rotina.
O projeto que organiza isso se chama Missão Conhecimento, e ele começa nos Anos Iniciais, quando o aluno ouve falar de olimpíada pela primeira vez.
A seleção também é um processo que começa cedo, onde os professores observam o desempenho do aluno em sala, identificam aptidões e convidam para participar do programa.
Quem aceita passa a frequentar turmas no contraturno, com aulas montadas em cima de questões de provas anteriores, debates, simulados e orientação sobre editais, inscrições e calendários.
“Prova e lista de exercícios os alunos já têm na rotina. O que a Missão Conhecimento traz é maturidade emocional: o aluno aprende a lidar com frustração, a entender que pode falhar e tentar de novo, a se organizar melhor, a pensar no colega e não só em si” comenta Evanway Soares, professor responsável pela Missão Conhecimento.
O que a escola começou a fazer desde 1996
Em 1996, socioemocional não era um termo comum em reunião de escola.
Foi o ano em que o Brasil aprovou a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), a lei que organiza a educação básica até hoje. E foi o ano em que o Objetivo Sorocaba começou a trabalhar o desenvolvimento socioemocional dos seus alunos.
A Base Nacional Comum Curricular, que colocou autoconhecimento, empatia e cooperação entre as competências gerais obrigatórias da educação básica, só chegaria duas décadas depois.
São 30 anos de trabalho em um assunto que muitas escolas só passaram a tratar 21 anos depois, com a chegada da BNCC.
E isso não é detalhe de currículo.
É o que explica por que os projetos da escola funcionam: eles pedem do aluno coisas que não se aprendem numa véspera de prova, como lidar com frustração, defender um ponto de vista e trabalhar com quem discorda, situações comuns na vida adulta.
rojeto 'Jovens Sem Fronteiras' reúne alunos para debater geopolítica, bioética e segurança digital
Saber se posicionar não se aprende só com teoria
Todo aluno já ouviu que precisa “saber se posicionar”.
Poucos são colocados em uma sala onde precisam representar um ponto de vista, negociar com quem pensa o contrário e assinar um acordo no fim do dia.
É o que acontece no Jovens Sem Fronteiras, projeto em que os alunos viram delegados e precisam representar países em uma simulação inspirada no sistema da ONU.
Antes do debate, cada delegação produz um Documento de Posição Oficial. Depois, negocia resoluções em plenária. Mas vencer não é o ponto.
O projeto já acumula sete edições e reúne mais de cem estudantes de diferentes unidades da escola.
As pautas acompanham o que está em discussão no mundo. Bioética e engenharia genética, dependência de terras raras, equidade educacional e segurança digital já estiveram na mesa.
“O objetivo do projeto não é ter uma nação vencedora, e sim buscar o consenso diante da multiplicidade de posicionamentos sobre os temas”, explica o coordenador do Jovens Sem Fronteiras, professor Tadeu Ferrari.
Quando o resultado aparece na aprovação
E é aqui que a conta fecha.
Em 2025, Lucca Masalskiene Roveda entrou em Matemática na Unesp por vaga olímpica, sem passar pelo vestibular tradicional.
Maria Eduarda Andriole e Nicolas Papa conquistaram vagas em Engenharia Mecânica na mesma universidade, pelo mesmo caminho.
Isaac T. Mendez e Victor Trevisan ganharam uma Bolsa de Iniciação Científica Jr. do CNPq depois de se destacarem na Mostra Brasileira de Foguetes, e passaram a ter aulas com um professor da UERJ ainda no Ensino Médio.
Pela via tradicional, a escola soma sete anos como a que mais aprova em Sorocaba, com nomes como Isabella Lago, aprovada em Medicina na USP, e Beatriz Barboza, em Medicina na Unicamp.
E essas são apenas algumas das muitas histórias dos aprovados pela escola. Confira a lista completa no site.
Unidade Centro está com matrículas abertas para novos alunos e visitas agendadas
45 anos, e o que isso significa para quem chega agora
Quarenta e cinco anos em uma cidade do tamanho de Sorocaba significam que há pais matriculando os filhos na escola onde eles próprios estudaram.
É o que a escola resume em duas frases que carrega na campanha deste ano: 45 anos acolhendo gerações, e 45 anos construindo resultados.
A primeira fala dos alunos que já passaram por lá.
A segunda é tudo o que você acabou de ler: as medalhas, as vagas olímpicas na Unesp, o socioemocional que começou em 1996 e os sete anos como a escola que mais aprova nos melhores vestibulares.
Quem matricula um filho agora conta com o histórico de uma escola que há 45 anos ajuda seus alunos a trilhar o próprio caminho.
As matrículas estão abertas na unidade Centro. Para agendar a sua visita e conhecer de perto como a escola chega a esses resultados, basta acessar o site ou entrar em contato pelo (15) 3332-9900 (Objetivo Centro).
