Campo Grande passou de duas para 12 frentes de tapa-buracos desde junho. Com o reforço, a capacidade de reparos nas ruas subiu de 1,6 mil para até 3 mil por dia, segundo a prefeitura.
A ampliação ocorreu após o credenciamento de cinco empresas pelo Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Sustentável da Região Central de Mato Grosso do Sul. Os contratos somam R$ 46,3 milhões e têm duração de um ano.
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As equipes atuam em diferentes regiões da Capital, mas a quantidade de frentes de trabalho não significa que todos os buracos das ruas serão resolvidos de imediato. O cronograma é definido pela Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep), conforme a necessidade de cada via.
Veja os bairros com serviços de tapa-buracos
De acordo com a prefeitura, os trabalhos estão concentrados em bairros como Coophatrabalho, Jardim Aero Rancho, Conjunto dos Rouxinóis, Centro e Cruzeiro.
Também há equipes no Jardim dos Estados, Carandá Bosque, Vila Rica, São Francisco, Jardim Botafogo e Mata do Jacinto.
Mutirões usam 120 toneladas de asfalto
Além dos trabalhos durante a semana, a operação inclui mutirões aos sábados. Em cada edição, são utilizadas, em média, 120 toneladas de massa asfáltica. Uma equipe permanece na região durante a semana seguinte para concluir os reparos.
O material utilizado é fornecido pelo Consórcio Central, tanto para as empresas contratadas quanto para as duas equipes próprias da Sisep.
Quanto será gasto com tapa-buracos?
Os contratos com as cinco empresas credenciadas somam R$ 46,3 milhões, com validade de um ano. Separadamente, a prefeitura informa que outros R$ 40 milhões são destinados aos serviços contínuos de tapa-buracos na cidade.
Os reparos também fazem parte do programa Vira CG Infraestrutura, que prevê mais de R$ 280 milhões em investimentos em 2026 para obras de pavimentação, drenagem, recapeamento, ciclovias e manutenção viária.

