"Ante o exposto, reitero, com especial urgência, a solicitação de submissão da decisão de 11/10/2026 ao referendo do Plenário, por meio de sessão presencial ou extraordinária virtual convocada para esse fim".

Mais cedo, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, reconheceu o registro do canal de WhatsApp pela campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e afirmou que a ferramenta poderia voltar a funcionar após um prazo de 48 horas previsto em resolução da Corte Eleitoral.

Ministro Kassio Nunes Marques

Antes disso, Nunes Marques havia suspendido a decisão de Cueva, que, por sua vez, havia autorizado o funcionamento do “Exército do Lula”.

Com base nessa decisão, o canal deveria ficar fora do ar até que sua situação fosse regularizada perante a Justiça Eleitoral, afastando a discussão colegiada sobre o funcionamento do canal, como também havia sido determinado pelo corregedor eleitoral.

Nunes Marques tomou a decisão em um processo apresentado pela campanha de Flávio Bolsonaro (PL) contra o canal de WhatsApp. A equipe do candidato do PL questionou a regularidade e o funcionamento do mecanismo, que é administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG).

O canal tem mais de 4 milhões de inscritos. O objetivo é compartilhar áudios, vídeos e orientações para apoiadores do presidente e candidato à reeleição Lula.