# Preço da cesta básica em Petrolina sobe 4,66% em setembro e passa a custar R$ 616,70

- Seção: Brasil
- Fonte: G1 (https://g1.globo.com/pe/petrolina-regiao/noticia/2026/10/13/preco-da-cesta-basica-em-petrolina-sobe-466percent-em-setembro-e-passa-a-custar-r-61670.ghtml)
- Publicado em: 2026-10-14T00:23:20.000Z
- URL: https://www.itatiba1.com.br/noticia/1167916-preco-da-cesta-basica-em-petrolina-sobe-4-66-em-setembro-e-passa-a-custar-r-616

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O custo da cesta básica em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, ficou 4,66% mais caro em setembro de 2026, em comparação ao mês anterior. Com o aumento, os consumidores da cidade passaram a pagar R$ 616,70 pelos produtos essenciais.

Os dados fazem parte de uma pesquisa sobre o custo da cesta básica realizada pelo Colegiado de Economia da Faculdade de Petrolina (Facape). Em Petrolina, a variação acumulada nos últimos 12 meses é de 5,36%.

A alta no custo da cesta em setembro foi puxada principalmente pelo tomate, cujo preço subiu 31,6% em Petrolina. Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), a maturação mais lenta do produto, devido às baixas temperaturas, reduziu a oferta e fez aumentar os preços ao consumidor.

O leite também ficou mais caro na cidade, com alta de 2,5%. O arroz registrou aumento de 1,7%, enquanto o óleo de soja subiu 3%. O feijão apresentou alta de 2,1%. Segundo o DIEESE, o aumento do preço do arroz foi influenciado pela alta da demanda externa e pela expectativa de compras públicas, fatores que reduziram a disponibilidade do produto.

Já o óleo de soja ficou mais caro devido ao crescimento da demanda pelo óleo bruto para a produção de biocombustível no próximo ano. Em sentido contrário, o café em pó registrou queda de 1% em Petrolina. A maior oferta do produto e a perspectiva de uma boa safra contribuíram para a redução dos preços no varejo.

Para um trabalhador que recebeu o salário mínimo de R$ 1.621,00 em setembro, a compra da cesta básica comprometeu, em média, 36,58% da renda, restando R$ 1.027,97 para as demais despesas familiares, como moradia, transporte, vestuário, saúde, higiene e serviços pessoais.

A pesquisa também destaca que existem diferenças entre os preços coletados. Por isso, os consumidores precisam ficar atentos e pesquisar para economizar.

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