# Castlevania: Belmont’s Curse traz a caça aos vampiros para a nova geração de consoles. Veja a review

- Seção: Tecnologia
- Fonte: Olhar Digital (https://olhardigital.com.br/2026/10/13/games-e-consoles/castlevania-belmonts-curse-vale-a-pena-confira-nossa-review/)
- Publicado em: 2026-10-13T21:20:48.000Z
- URL: https://www.itatiba1.com.br/noticia/1168816-castlevania-belmont-s-curse-traz-a-caca-aos-vampiros-para-a-nova-geracao-de

> A franquia &#8220; Castlevania &#8220;, que traz a história da tradicional família Belmont, de caçadores de monstros, enfrentando forças das trevas. Teve, ao longo de décadas, diversos sucessos no mundo dos games, como &#8220;Symphony of…

Neste ano de 2026, em que a série completa 40 anos, a Konami traz o novo título, &#8220;Castlevania: Belmont&#8217;s Curse&#8221;, desenvolvido em parceria com os estúdios Evil Empire e Motion Twin. Nós tivemos a oportunidade de testar a versão completa antes do lançamento, no Nintendo Switch 2 . O jogo chega no dia 15 de outubro para PlayStation 5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch e PC (Steam).

Prós e Contras

Visual gótico moderno e cenários marcantes;

Trilha sonora com identidade própria e &#8220;Bloody Tears&#8221; rearranjada;

Chicote e movimentação mais fluidos;

Exploração Metroidvania recompensadora;

Chefes desafiadores e divertidos;

Demo gratuita com progresso transferível.

Inimigos em grupo podem punir bastante;

Dificuldade dos chefes pode frustrar casuais;

Visual menos &#8220;vampiresco&#8221; pode dividir os fãs mais tradicionais;

Modo imortal pode parecer &#8220;roubado&#8221; demais;

Preço de R$169,90 pode pesar para quem não conhece a franquia.

Uma nova maldição das trevas

A história traz como protagonista a personagem Rose Belmont, filha do casal Trevor Belmont e Sypha Belnades, nomes muito conhecidos dos fãs por seu papel em outros títulos da franquia. A trama se passa em Paris, em 1499 (23 anos depois dos eventos de &#8220;Castlevania III: Dracula&#8217;s Curse&#8221;), onde Trevor recebe um pedido misterioso de ajuda e vai até lá em uma embarcação, junto de sua filha.

Os dois se separam para investigar a causa do problema na cidade e, desse momento em diante, assumimos a identidade de Rose.

Rose carrega consigo, em um de seus braços, a maldição do Drácula, a mesma que vitimou de forma fatal sua mãe, o que causa uma constante tensão nela e também em Trevor. Mas essa não é a única herança deixada para Rose. Por meio da carta de tarô deixada por sua mãe, ela também pode usar magia, o que traz uma nova dinâmica para o jogo.

Rose Belmont e Trevor Belmont &#8211; Castlevania Belmont&#8217;s Curse &#8211; Konami / Divulgação

Gráficos clássicos, mas com &#8220;sabor modernidade&#8221;

A arte e o visual de &#8220;Castlevania: Belmont&#8217;s Curse&#8221; seguem a tradição gótica da franquia, mas dessa vez com menos tons de preto e cinza, e com elementos em cores mais berrantes e formas mais abstratas ao fundo das paisagens, remetendo ao estilo mais moderno usado em animações como &#8220;Arcane&#8221; (Netflix) e &#8220;Homem-Aranha no Aranhaverso&#8221; (Sony). Essa mistura deixa o jogo um pouco menos &#8220;vampiresco&#8221; e traz uma atmosfera que soa mais fantasmagórica.

Os cenários da cidade de Paris dominada por criaturas da noite, com muita destruição e chamas, saltam aos olhos logo nos primeiros minutos de jogo.

Os modelos dos personagens, apesar de serem pequenos (característica da franquia), são muito bonitos e detalhados, tanto na protagonista quanto nas diversas criaturas que enfrentamos e nos personagens que aparecem ao longo do jogo.

Nos momentos de diálogos mais longos, o jogo aposta no estilo estático, como se fosse uma história em quadrinhos digital interativa, com ilustrações muito bonitas. O jogo também apresenta uma câmera dinâmica que, ao se aproximar, nos deixa perceber melhor o quão bonitas e detalhadas estão as paisagens e os personagens.

Um concerto assustador, mas envolvente

A trilha sonora do jogo é assinada por Danny Asadi (ASADI), que também trabalhou na trilha de &#8220;The Rogue Prince of Persia&#8221;.

As músicas seguem uma linha de &#8220;trilha de filme de terror&#8221;, mas com elementos eletrônicos misturados às orquestrações, o que dá uma característica moderna e até sensual em alguns momentos. Algo como se a cantora Enya tivesse sido mordida pelo Drácula e passasse a compor músicas para o senhor das trevas.

O jogo também traz uma releitura da clássica música da franquia, &#8220;Bloody Tears&#8221;, rearranjada para a atmosfera do novo título.

Os efeitos sonoros dos movimentos, golpes, objetos sendo destruídos e etc. mantêm a estética já consagrada da série, mas renovada e melhorada, tal como as vozes dos personagens.

Tudo que os fãs gostam, e um pouco mais

O jogo nos apresenta diversos elementos clássicos em sua jogabilidade, como a exploração não linear, que inclusive ajudou &#8220;Castlevania&#8221;, junto com a franquia &#8220;Metroid&#8221;, a criar o estilo &#8220;Metroidvania&#8221;. Explorar o mapa por completo torna a experiência muito mais interessante, visto que há muitas coisas a serem descobertas e desbloqueadas conforme o jogador avança. Apenas encontrando itens ou habilidades específicas é possível abrir novos caminhos no jogo.

Os movimentos da protagonista são mais ricos e detalhados do que nos títulos anteriores, deixando a jogabilidade mais dinâmica e fluida. O chicote clássico da família Belmont está presente também, servindo não apenas para atacar os inimigos, mas também para permitir que Rose se pendure e se movimente entre pontos diferentes do cenário.

Rose também recebe outras armas conforme avança no jogo (são sete categorias de armas, além de relíquias que ativam efeitos especiais no ataque e na defesa), e conta com a nova habilidade de usar o baralho de tarô herdado de sua mãe, tanto para gerenciar as habilidades mágicas quanto para dar pistas de elementos do jogo. Ela também ganha pulo duplo com o tempo, pode atacar com magia e esquivar.

Os inimigos ao longo das fases não apresentam dificuldade elevada, mas, quando estão em grande número, podem levar o jogador rapidamente à derrota ou deixá-lo com poucos pontos de vida para enfrentar os chefes que, esses sim, apresentam um nível de dificuldade mais alto, mas são muito divertidos de enfrentar e descobrir o comportamento de cada um para contra-atacar. Se o chefe estiver complicado demais, a dica é explorar mais, encarar mais inimigos, subir de nível e voltar mais forte. O material oficial da Konami cita nomes como a Morte, Medusa, Carmilla e até Joana d&#8217;Arc entre os chefes.

Para jogadores mais casuais, &#8220;Castlevania: Belmont&#8217;s Curse&#8221; possui um modo em que Rose fica imortal que, por mais que pareça &#8220;roubado&#8221; demais, também traz boa diversão por conta da exploração. Pode ser uma boa pedida para quem já terminou o jogo uma vez e queira fazê-lo novamente, só que num ritmo mais tranquilo. O que pode inclusive, trazer surpresas&#8230;

E como ficou no Switch?

A performance no Switch 2 foi bem tranquila, visto que, apesar de muito bem feito, o jogo não é muito exigente em questões de hardware. Provavelmente o Nintendo Switch 1 também rode o jogo com a mesma tranquilidade, mas não testamos nele.

Testamos a versão do jogo que vem com DLCs, com skins para Rose e outros &#8220;brindes&#8221; que são bem interessantes, principalmente para quem é fã da franquia como um todo.

Demo gratuita e pré-venda: o que você precisa saber

Desde 1º de outubro, o jogo conta com uma demo que o pessoal já pôde testar. Quem jogou pode levar o progresso para a versão completa, mas vale ficar atento às regras:

Os dados de salvamento da demo podem ser transferidos para a versão completa;

A demo e a versão completa devem ser jogadas na mesma plataforma e com a mesma conta;

Os dados de salvamento da demo devem ser mantidos para que o progresso possa ser transferido;

Certos recursos e conteúdos podem estar restritos na versão demo;

A versão completa deve estar atualizada para a versão mais recente ao transferir os dados de salvamento.

Trailer do Demo de Castlevania: Belmont&#8217;s Curse

As pré-vendas para as edições física e digital já estão disponíveis. As edições Midnight de &#8220;Castlevania: Belmont&#8217;s Curse&#8221;, digitais ou físicas, incluem trajes alternativos para a protagonista Rose Belmont, uma galeria digital de som e arte e uma relíquia para usar dentro do jogo. A pré-venda ou compra antecipada de qualquer uma das edições também garante um traje extra para Rose, inspirado no visual de Alucard.

Vale a pena jogar Castlevania: Belmont&#8217;s Curse?

Com o preço sugerido da versão base de R$ 169,90, o jogo apresenta um bom &#8220;custo-diversão&#8221;. Mas, caso você esteja em dúvida em gastar nele logo de cara, ou não seja um profundo conhecedor da franquia e tenha ficado curioso, a versão demo, disponível gratuitamente, dá uma boa dimensão do que o jogo apresenta como um todo.

Jogo: Castlevania: Belmont&#8217;s Curse

Gênero: Metroidvania / ação e exploração 2D

Desenvolvedoras: Evil Empire e Motion Twin

Publicadora: Konami Digital Entertainment

Plataformas: PlayStation 5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch e PC (Steam)

Data de lançamento: 15 de outubro de 2026

Preço sugerido (edição padrão): R$ 169,90

Edição Midnight (PlayStation Store): R$ 229,90

Trilha sonora: Danny Asadi (ASADI)

Dublagem em inglês (parte do elenco): Abby Trott (Rose Belmont), JB Blanc (Trevor Belmont), Alejandra Reynoso (Sypha Belnades) e Graham McTavish (Drácula)

Classificação indicativa: 14 anos

Idiomas compatíveis: Japonês, Francês, Alemão, Italiano, Espanhol, Coreano, Russo, Chinês Simplificado, Português Brasileiro, Chinês Tradicional, Inglês Americano

Demo: gratuita, disponível desde 1º de outubro de 2026

O post Castlevania: Belmont&#8217;s Curse traz a caça aos vampiros para a nova geração de consoles. Veja a review apareceu primeiro em Olhar Digital .

Reportagem completa: https://olhardigital.com.br/2026/10/13/games-e-consoles/castlevania-belmonts-curse-vale-a-pena-confira-nossa-review/

— Itatiba1 (https://www.itatiba1.com.br). Notícias agregadas e traduzidas; os direitos pertencem aos veículos de origem.