10 canções produzidas por alunos 6º ao 9º ano do ensino fundamental, da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e do ensino médio da rede estadual disputam a preferência do público

Para ouvir as músicas e votar, acesse o site do projeto (clique aqui) .

A festa com apresentação das músicas finalistas será no dia 29 de outubro, no Centro de Convivência Cultural. Além das canções, a programação contará com exposição de poesias e artes visuais elaboradas pelos estudantes e uma cerimônia de premiação.

A proposta do projeto é que os estudantes reflitam sobre igualdade de gênero, enfrentamento à discriminação e cuidado coletivo. A iniciativa também marca os 20 anos da Lei Maria da Penha.

Confira as músicas finalistas

Uma comissão com representantes das instituições participantes do projeto escolheram as dez músicas finalistas. Veja a lista:

Se a dor é singular, nossa voz é coletiva!;

Somos a Mudança;

Se a dor é singular a voz é coletiva;

Não vou mais deixar;

A dor que move a esperança.

A canção “Voz Coletiva” traz uma rima sobre questões sociais na voz de um dos alunos. Já a música “Cuidado Coletivo” é cantada por uma aluna e tem como no gancho a Lei Maria da Penha, falando sobre a necessidade de ter um cuidado amplo com as mulheres.

O vídeo “Se a dor é singular a voz é coletiva!” começa com uma notícia sobre o maior número de casos de feminicídio no Brasil nos últimos dez anos, seguida de um compilado de matérias e um rap sobre a mulher na sociedade.

A canção “Nossa Voz”, também produzida por alunas, tem uma pegada mais fluída, com violão e caixa de som, e aborda a liberdade das mulheres na sociedade.

No vídeoclipe “Somos a Mudança”, inúmeras alunas apresentam uma reflexão sobre identidade, autoestima e empoderamento feminino, com foco no modelo hip-hop.

A música “Ser Mulher” traz a voz solo de uma aluna e um ritmo de violão produzido pela mesma, destacando a força e os direitos das mulheres.

“Se a dor é singular, a voz é coletiva” traz uma reflexão sobre a importância do cuidado com as mulheres e da união feminina. Já a produção “Não vou mais deixar” contempla o lado do relacionamento abusivo nos casos de violência contra as mulheres.

Na música “Crueldade Desumana” se tem um gancho mais social, com um solo de rap de um aluno. Por fim, ‘A dor que move a esperança”, traz uma as vozes de quatro estudantes, um no violão e um aluno no teclado, o tema gira em torno da voz das mulheres e a esperança.

Processo de avaliação das músicas

(Foto: Carlos Bassan/PMC)

A avaliação levou em conta a relação das composições com o tema proposto, a expressividade, a qualidade artística e a coerência das ideias, além do respeito aos direitos humanos, do combate à discriminação e da atenção à saúde mental.

As inscrições puderam ser feitas individualmente ou em grupos de até cinco estudantes, com acompanhamento de um professor orientador.

Essa competição é apenas decomposições musicais, as demais categorias serão apresentadas no festival do no dia 29 de outubro.

A realização é uma parceria entre o Ministério Público de São Paulo (MP-SP), a Secretaria Municipal de Educação de Campinas, a Fundação Educar, a PUC-Campinas e a Secretaria Estadual de Educação. O projeto conta ainda com o apoio das secretarias municipais de Políticas para as Mulheres, Cultura e Turismo, Saúde e Comunicação.

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Você viu? Campineiro bate recorde no Spotify com lançamento de música sertaneja

Rodrigo, da dupla Felipe & Rodrigo, nasceu em Campinas e começou a relação com a música ainda na infância; faixa “Pós”, lançada na última semana, também chegou ao topo dos vídeos em alta no YouTube

Rodrigo (à dir.) é nascido em Campinas (Foto: Reprodução / Instagram)

Uma música da dupla sertaneja Felipe & Rodrigo, da qual Rodrigo Marcolino é integrante e nasceu em Campinas , bateu recorde no Spotify. Lançada na última quinta-feira (8), a faixa “Pós” ultrapassou 1,7 milhão de reproduções na plataforma nas primeiras 24 horas, tornando-se o maior lançamento do sertanejo nos serviços digitais – conheça mais sobre o campineiro e a dupla abaixo.

Rodrigo Marcolino nasceu em Campinas e foi na cidade que começou sua relação com a música. Aos 10 anos, ganhou o primeiro violão. Mais tarde, formou dupla com Felipe, natural de Mesquita, no Rio de Janeiro.

No YouTube, “Pós” também teve desempenho expressivo: a música acumulou cerca de 1,7 milhão de visualizações no primeiro dia e chegou ao primeiro lugar entre os vídeos em alta.

“Depois que a gente viu tudo isso acontecendo, nossa vontade era lançar logo! É muito louco pensar que uma música nossa já estava virando desse jeito antes mesmo de chegar às plataformas. Agora queremos muito ver a reação das pessoas ao lançamento oficial”, disse Rodrigo.

“Pós” se destacou por traduzir uma situação conhecida por quem já viveu um relacionamento de idas e vindas: mesmo depois de uma briga e da decisão de seguir em frente, basta uma ligação para a raiva sumir. Escrita por Dário Júnior, Geadson Baiano e Daniel Vicentine, a faixa traz no refrão a ideia de viver o momento e deixar as consequências para depois.

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