No campo corporativo, os balanços do Bank of America (BofA), Morgan Stanley e BlackRock também ficam no radar dos mercados.

O índice de inflação será divulgado menos de um dia depois de o presidente do Fed de Nova York, John Williams, ter afirmado que considera apropriado mais um aumento da taxa de juros pelo Federal Reserve ainda este ano e que não haverá mais aperto monetário em 2027. Os mercados monetários continuam a precificar pelo menos três movimentos nesse sentido nos próximos 12 meses.

Veja o desempenho dos mercados futuros:

Dow Jones Futuro: +0,23%

S&P 500 Futuro: +0,20%

Nasdaq Futuro: +0,17%

Os mercados europeus operam em alta, com setor de tecnologia liderando os ganhos, seguido pelo setor de telecomunicações. Por outro lado, as ações de seguradoras e de bancos registram queda.

STOXX 600: +0,37%

DAX (Alemanha): +0,41%

FTSE 100 (Reino Unido): +0,11%

CAC 40 (França): +0,58%

FTSE MIB (Itália): +0,13%

Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam em queda generalizada, com investidores digerindo dados da China, enquanto aguardavam um importante relatório de inflação dos EUA.

O índice de preços ao produtor da China subiu no ritmo mais acelerado em mais de quatro anos, registrando alta de 5% em setembro, impulsionado pelo aumento dos preços dos combustíveis, que elevaram os custos para as empresas. O aumento foi superior aos 4,5% esperados pelos economistas consultados pela Reuters.

Os preços ao consumidor registraram um aumento de 0,9%, ficando ligeiramente abaixo das expectativas de 1%, mas acima dos 0,8% do mês anterior.

Shanghai SE (China), -0,88%

Nikkei (Japão): -0,05%

Hang Seng Index (Hong Kong): -0,13%

Nifty 50 (Índia): -0,57%

ASX 200 (Austrália): -0,64%

Os preços do petróleo operam com leve baixa, apesar das preocupações com interrupções no fornecimento, enquanto as tensões continuam a aumentar no Oriente Médio com os confrontos entre os houthis, apoiados pelo Irã, e a Arábia Saudita.

As cotações do minério de ferro na China fecharam em baixa, com o aumento da manutenção de altos-fornos na China reduzindo a demanda, enquanto os maiores estoques portuários na Austrália e no Brasil apontam para uma oferta abundante.

Petróleo WTI, -0,07%, a US$ 94,07 o barril

Petróleo Brent, -0,17%, a US$ 105,51 o barril

Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, -0,81%, a 674,00 iuanes (US$ 100,72)

Bitcoin (BTC), +0,72%, a US$ 83.745,14 (em relação à cotação de 24 horas atrás)

(Com Reuters e Bloomberg)

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