Na tarde do último domingo, 11, a aeronave sobrevoou em baixa altitude o sistema Engineered Materials Arresting System (EMAS), instalado no final da pista para auxiliar os aviões que ultrapassem os limites da área de pouso e decolagem.

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O voo AD4797, com destino a Belo Horizonte (MG), em condições normais, já deveria estar no ar antes de chegar nesse trecho.

Em nota, a companhia afirmou que opera de acordo com padrões nacionais e internacionais de segurança, que classifica como seu valor primordial.

Como funciona o sistema EMAS?

Desde 2022, o Aeroporto de Congonhas conta com sistema EMAS de segurança para impedir que aviões ultrapassem o limite da pista. É uma área de escape de 70 metros de comprimento por 45 metros de largura em uma das cabeceiras, que chama a atenção de quem passa pela Avenida dos Bandeirantes.

A tecnologia Engineered Material Arresting System consiste na instalação de blocos de concreto que se deformam e freiam o avião caso, em situação de emergência, uma aeronave saia do limite da pista. Congonhas foi o primeiro aeroporto da América Latina a contar com a tecnologia, comum em Estados Unidos, Europa e Ásia.

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