Em entrevista à revista People (via Music Radar ), Emily admitiu ter ficado intimidada no início, questionando a si mesma se daria conta do recado. Para superar essa pressão, a cantora focou em colocar sua própria identidade na interpretação, sem tentar substituir Chester.
Emily Armstrong, cantora do Linkin Park, durante show em São Paulo (Foto: Gustavo Diakov @xchicanox)
A preparação contou com o suporte do baterista Colin Brittain , também um novo integrante no grupo. Colin e Emily se reuniam na casa dele para repassar o repertório.
Durante esse processo, o tom de diversas músicas foi alterado repetidas vezes. O objetivo era encontrar uma tonalidade confortável para o alcance vocal de Emily.
No documentário, Colin Brittain detalhou o processo:
“Ela e eu nos reuníamos na minha casa, provavelmente quatro dias por semana, durante meses, para aprender as músicas. Mudamos várias vezes as tonalidades de várias músicas para tentar encontrar o que fosse confortável para ela cantar, mantendo, ao mesmo tempo, a energia e a estrutura originais.”
Colin Brittain, do Linkin Park (Foto: Gustavo Diakov @xchicanox)
Joe Hahn , DJ e diretor criativo da banda, relembrou que a primeira música clássica trabalhada com a nova formação foi “Crawling” , do álbum de estreia Hybrid Theory (2000). Ele relembra:
“O importante para nós era que ela a cantasse do seu próprio jeito, sem imitar nada. Se a música tiver um significado pessoal para ela, então ela vai tocar as pessoas.”
Joe Hahn, do Linkin Park (Foto: Gustavo Diakov @xchicanox)
Segundo Hahn, assim que ouviram os ajustes em “Crawling” , os membros perceberam que a nova formação poderia dar certo, funcionando como um divisor de águas para a confirmação do ressurgimento do Linkin Park :
“Ouvimos o resultado, fizemos algumas pequenas alterações e pensamos: ‘Ok, isso realmente funciona. Foi quase como quebrar o gelo, fazendo com que o restante do processo parecesse muito viável.”
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