Clarence Seedorf cortou o assunto na coletiva: a chegada ao Corinthians não tem relação com Memphis Depay. O técnico explicou que acompanhava o clube há tempos por meio de seus empresários e que o contato ocasional que mantém com o compatriota — ambos passaram pelo futebol holandês — não entrou na equação.
“Conheço o Memphis da Holanda, um jogador holandês. Às vezes, estamos em contato. Mas ele não tem relação com a minha escolha, já que conhecia o Corinthians antes dele.”
Quem o trouxe ao Timão
Seedorf atribuiu o acompanhamento do futebol brasileiro aos seus empresários, Bruno Paiva e Marcelo Goldfarb. “Conto com pessoas como Bruno Paiva e Marcelo Goldfarb, meus empresários, que sempre me mantiveram a par do que está acontecendo no Brasil.”
O contrato e as cláusulas
O vínculo vai até o final de 2027. Segundo os representantes do treinador, não há bônus por permanência na Série A — a permanência é considerada obrigação contratual, não conquista premiável. O contrato também prevê cláusula de rescisão automática em caso de rebaixamento.
O Corinthians chega ao jogo de estreia de Seedorf com oito derrotas consecutivas e a mesma pontuação do primeiro clube dentro da zona de rebaixamento — missão que, para o treinador, é urgente mas reversível.
Estreia na segunda
Seedorf comanda o Corinthians pela primeira vez na segunda (19), às 20h, contra o Vitória, na Neo Química Arena, pela 31ª rodada do Brasileirão.

