Um dos pontos afetados foi o túnel do Anhangabaú, na região central da capital. Os Bombeiros disseram que, às 17h37, a água já havia escoado no local e que as vítimas tinham sido retiradas do local.

A estação meteorológica do CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas) na Sé registrou o maior volume de chuva entre os pontos monitorados pela prefeitura, com 48,5 mm. Na sequência, aparecem Vila Nova Cachoeirinha, com 21,5 mm, Ribeirão dos Meninos, com 17,2 mm, Oratório, com 16,8 mm, e Vila Madalena, com 12 mm.

As rajadas de vento chegaram a 88,9 km/h no Aeroporto de Congonhas, às 16h44. No mesmo aeroporto, os ventos atingiram 61,1 km/h às 16h03. Entre as estações meteorológicas do CGE, as maiores rajadas foram registradas na barragem Guarapiranga e na Sé, ambas com velocidades superiores a 43 km/h, às 15h40.

PONTOS DE ALAGAMENTO

Na região central, foram registrados 6 pontos de alagamento , nas ruas Quatorze Bis e José Luiz de Mello Malheiro, na Marginal Tietê, na rua Antônio de Sá, na avenida Santos Dumont e na rua Glicério. Cinco eram considerados intransitáveis e um transitável.

Na zona sul, houve um ponto intransitável na avenida Santo Amaro, na região de Santo Amaro. Já na zona sudeste, foram identificados 2 pontos na Vila Mariana, na avenida Doutor Ricardo Jafet e na avenida Ibirapuera. Um deles era intransitável e o outro, transitável.

Ao todo, o levantamento do CGE contabilizava 9 pontos de alagamento, dos quais 6 eram intransitáveis e 2 transitáveis, conforme o balanço divulgado às 17h20.