A Policlínica de Santarém, no oeste do Pará, registrou 37.210 atendimentos e exames durante os seis primeiros meses de funcionamento. Os dados divulgados pela Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) mostram uma evolução na demanda do serviço, que passou de 2 mil procedimentos no mês inaugural para mais de 11 mil no encerramento do período analisado.

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Do total registrado, 16.515 foram consultas médicas e 20.695 correspondem a exames de apoio diagnóstico. Além do ambulatório convencional, 5.327 consultas foram realizadas no Núcleo de Atendimento ao Transtorno do Espectro Autista (Natea), setor integrado à unidade voltado à assistência de pacientes com a condição e apoio às famílias.

Na área de diagnósticos, a maior procura foi por análises clínicas laboratoriais, somando 13.305 coletas. A unidade também executou 1.918 radiografias, 1.403 tomografias computadorizadas e 1.251 exames de ultrassonografia geral para apoiar a investigação clínica dos usuários encaminhados.

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Demanda e prevenção

Entre os pacientes que passaram pelo serviço está o morador João Garcia Pereira, de 71 anos, que foi avaliado por um urologista e recebeu encaminhamentos para exames complementares. Ele reforçou a importância do acompanhamento preventivo regular para a população masculina.

“Nós, homens, às vezes, deixamos mais para lá mesmo, mas é importante se consultar com o urologista, com o cardiologista, ver se está tudo bem e ter esse acompanhamento”, afirmou o paciente.

De acordo com a diretora executiva da policlínica, Leia Sandim, a integração dos consultórios com os serviços laboratoriais visa evitar a interrupção no fluxo de cuidado dos pacientes após a primeira avaliação médica

“Nosso compromisso, à frente da gestão, é organizar os serviços para que esse cuidado tenha continuidade, com equipes integradas e atenção às necessidades de cada usuário”, disse a gestora.

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