Segundo a PF, Canella também era “ beneficiário de valores distribuídos pelo grupo” , o que, para a corporação, “evidencia sua posição de destaque na preservação dos interesses e da capacidade de influência da organização” .

Canella recebeu 197.178 votos e foi o 2º mais votado para a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro.

A operação da PF, autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal , resultou no cumprimento de outros 5 mandados de prisão preventiva e 16 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro, em Niterói, Angra dos Reis, Petrópolis, Búzios, Nova Iguaçu e São Gonçalo.

Moraes determinou o sequestro de bens e valores, além da suspensão das atividades econômicas de 112 empresas ligadas à rede de lavagem de dinheiro. Desse total, 96 são postos de combustíveis suspeitos de serem usados para camuflar e legalizar os recursos de origem criminosa.

O Poder360 procurou a defesa de Márcio Canella por meio de e-mail para perguntar se gostaria de se manifestar a respeito da operação da PF. Não houve resposta até a publicação desta reportagem. O texto será atualizado caso uma manifestação seja enviada a este jornal digital.