O zagueiro Gabriel Paulista foi absolvido no Superior Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol (STJD) por um suposto gesto obsceno dirigido à torcida do Palmeiras, no clássico disputado no Nubank Parque, no último domingo, pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro.
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A Procuradoria de Justiça Desportiva denunciou o defensor por ter supostamente segurado as partes íntimas em direção a torcedores durante o aquecimento em campo antes da partida.
Gabriel Paulista havia sido enquadrado no artigo 258 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que trata de "assumir qualquer conduta contrária à disciplina ou à ética desportiva não tipificada pelas demais regras deste Código".
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Gabriel Paulista em disputa de bola com Vitor Roque em Palmeiras x Corinthians pelo Campeonato Brasileiro
O relator do caso, o auditor Gustavo Lisboa, votou por uma suspensão de dois jogos como punição, porque "gesto obsceno tem que ser coibido", segundo declarou em julgamento na 5ª Comissão Disciplinar nesta quinta-feira.
Entretanto, os outros quatro auditores votaram pela absolvição do jogador, alegando que não havia vídeo, nos autos do processo, que mostrasse o ato. A Procuradoria só apresentou fotos (aparentemente prints de vídeo) para o julgamento, o que os auditores entenderam que não era suficiente para demonstrar a infração. Um dos auditores chegou a observar que, pelas imagens, não era possível sequer ter certeza de que as imagens eram do Dérbi.
Com isso, Gabriel Paulista está liberado para continuar jogando pelo Corinthians. O próximo jogo será contra o Vitória, na próxima segunda-feira, às 20h (de Brasília), na Neo Química Arena, pela 31ª rodada do Brasileirão.
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