A entidade também informou que o volume total disponibilizado desde março deverá superar os 400 milhões de barris inicialmente previstos.
Em comunicado após reunião, a AIE informou que aproximadamente 330 milhões de barris já foram liberados desde o início da ação coletiva anunciada em março, em resposta à crise no Estreito de Ormuz .
iFood estima crescimento de 60% nas vendas da Black Friday ante 2025
Bolsas da Europa fecham mistas diante de pressão tech e inflação nos EUA
OpenAI acusa ex-funcionário de vazar dados de dispositivo de IA para Apple
Os países-membros se comprometeram a tomar todas as medidas necessárias para concluir as liberações restantes em tempo hábil, respeitando as circunstâncias nacionais.
A agência destacou que alguns integrantes já disponibilizaram volumes superiores aos prometidos inicialmente, enquanto outros pretendem seguir o mesmo caminho. Com isso, o total liberado deverá ultrapassar a meta original de 400 milhões de barris.
O Conselho também concordou em antecipar o fornecimento dos volumes restantes, com planos já estabelecidos que incluem a oferta de mais de 20 milhões de barris de diesel “o mais rápido possível”.
A entidade incentivou os países-membros com capacidade de produção e refino a ampliar a oferta de petróleo bruto e derivados, sobretudo diesel.
Análise: COP31 expõe a conta das guerras do petróleo | MORNING CALL
A decisão complementa o pacote anunciado pelo G7 em 2 de outubro, que previa a liberação de 100 milhões de barris de estoques estratégicos ao longo de quatro meses, com prioridade ao diesel nos primeiros 20 dias.
A AIE reiterou ainda a importância do livre fluxo do comércio de energia e sinalizou disposição para adotar novas medidas, caso necessário.
A agência continuará monitorando a implementação das liberações e deverá informar os líderes do G7 e seu Conselho Diretor sobre eventuais ações adicionais, com base em uma avaliação atualizada do mercado de petróleo, especialmente de diesel.
Petróleo ainda é termômetro da economia? Entenda influência

