Ao longo de 2026, as ações preferenciais da Petrobras (PETR4) subiram cerca de 100% e as ações ordinárias (PETR3) tiveram alta de aproximadamente 110%.

“Ao longo dos últimos meses, afirmei diversas vezes que quem apostasse contra a Petrobras iria perder dinheiro. [...] A companhia está forte, eficiente e cada vez mais capaz de gerar valor”, destaca Magda Chambriard, presidente da Petrobras.

🔎 Nesta quarta-feira, as ações preferenciais (PETR4) avançaram 2,22%, enquanto as ordinárias (PETR3) registraram alta de 1,94%.

Qual foi o 'trampolim' da Petrobras?

Além do impulso trazido pelo cenário internacional de preços do petróleo, o mercado também reagiu a aos acordos de equalização de gastos e volumes referentes às jazidas compartilhadas de Berbigão e Sururu, na Bacia de Santos, assinados com as parceiras Shell, Total Energies e Petrogal.

Com o acordo, a Petrobras receberá cerca de US$ 859 milhões líquidos, a serem pagos até novembro de 2026.

A empresa também registrou uma produção própria de óleo no Brasil de 2,7 milhões de barris por dia no segundo trimestre, alta de 15% em relação ao mesmo período de 2025.

Também houve crescimento de mais de 10% da produção de combustíveis, em comparação ao segundo trimestre de 2025, com utilização recorde do parque de refino, que alcançou FUT superior a 100% no segundo trimestre do ano.

O recorde ocorre dias após a companhia ter superado pela primeira vez a marca de R$ 700 bilhões em valor de mercado (3).

Na ocasião, o movimento de alta foi impulsionado pelo anúncio de uma nova descoberta de petróleo em águas ultraprofundas, na Bacia da Foz do Amazonas, na Margem Equatorial brasileira.