A PF não divulgou o nome do preso.

Segundo a investigação, o jovem disseminava mensagens pelo Discord e, mais recentemente, passou a atuar na deep web.

🔎Deep web é uma camada da internet “escondida”, acessível somente por alguns navegadores e que não aparece em mecanismos de busca comuns.

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Durante as buscas na casa do suspeito, os policiais federais apreenderam cadernos com desenhos, símbolos e anotações que exaltavam a ideologia nazista. Segundo a PF, o material reforça os indícios reunidos durante a investigação.

As apurações apontaram que o suspeito usava diferentes redes e plataformas digitais para publicar e compartilhar conteúdos de exaltação ao nazismo, além de mensagens discriminatórias e de intolerância.

A operação foi realizada pela Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos da Polícia Federal no Rio de Janeiro (Deleciber), no âmbito de uma investigação sobre a divulgação de discursos de ódio e conteúdos extremistas na internet.

O preso e o material apreendido foram levados à Superintendência Regional da PF no Rio, onde foram realizados os procedimentos relacionados à prisão em flagrante.

Segundo a PF, a investigação continua para identificar possíveis conexões do suspeito, destinatários dos conteúdos divulgados e eventuais coautores ou colaboradores.

O nome da operação, Palimpsesto, faz referência a antigos manuscritos apagados e reutilizados com novas inscrições sobre os textos anteriores. De acordo com a PF, a denominação simboliza o trabalho de recuperar vestígios digitais aparentemente ocultados para revelar conteúdos ilícitos e identificar os responsáveis.