Em uma entrevista de 2014 (via Ultimate Guitar ), Peart argumentou que o privilégio de “bater em coisas com baquetas para viver” trazia consigo uma responsabilidade: a de continuar sempre evoluindo.
Desta forma, ele manteve a busca contínua pelo aperfeiçoamento e pela exploração de novas vertentes em sua profissão. Peart explicou:
“Estudei com professores; ainda estudo com professores hoje em dia (2014), porque é isso que é preciso se você quiser estar entre os bons. Eu não sou… Ninguém vai usar o termo ‘o melhor’. Nem mesmo Buddy Rich diria ‘o melhor’. Mas, se você quer estar entre os bons, então a responsabilidade é sua.”
Neil Peart, baterista do Rush, em 1977 (Foto: Fin Costello / Redferns via Getty Images)
Neil Peart e a dedicação ao aprendizado
Iniciado na seara do rock, Peart contou que não absorveu outros estilos de bateria de forma espontânea. Para dominar essas linguagens e expandir seus horizontes, ele buscou inspiração em bateristas renomados, como Freddie Gruber e Peter Erskine ( Weather Report ):
“Não, eu não sabia tudo sobre o assunto. E não, isso não veio naturalmente para mim. Mas eu me dediquei muito, trabalhei duro nisso.”
O saudoso baterista do Rush , falecido em 2020, concluiu da seguinte forma:
“A dedicação ao aprendizado me trouxe um outro dom — algo pelo qual eu não havia me inscrito, pago ou treinado especificamente: uma nova compreensão do tempo que me proporcionou uma habilidade de improvisação que eu nunca tivera, mas sempre quisera.”
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