A masterclass é voltada para estudantes de trompete e músicos que querem aprimorar a técnica e a prática instrumental.

Como participar da masterclass?

Os interessados em fazer a aula precisam preencher o formulário de inscrição pelo link e esperar a confirmação da equipe da orquestra. Então, apenas o preenchimento da inscrição não garante uma vaga.

(Foto: Prefeitura Municipal de Campinas)

Quem é Éric Aubier?

O músico Éric Aubier ingressou no Conservatório Nacional Superior de Música de Paris com 14 anos e hoje é um dos representantes da escola francesa de trompete.

Ele estudou na classe do trompetista Maurice André e conquistou três prêmios. Já com 19 anos, ele foi nomeado trompetista solista da Orquestra da Ópera de Paris, onde atuou por 15 anos.

Éric também desenvolve atividades pedagógicas internacionais, com masterclasses e aulas em instituições de prestígio.

Masterclass de trompete com Éric Aubier (França)

Data: 21 de outubro, quarta-feira

Horário: das 14h às 17h

Local: Centro de Convivência Cultural Carlos Gomes

Endereço: Praça Imprensa Fluminense, s/nº, Centro, Campinas

VOCÊ VIU? Saiba como votar no concurso musical do projeto “Vozes pela Igualdade”

Projeto marca os 20 anos da Lei Maria da Penha; público poderá escolher entre 10 músicas finalistas

(Foto: Carlos Bassan/PMC)

O concurso musical do projeto “Vozes pela Igualdade” – Edição Campinas está com a votação aberta. O público pode escolher a melhor música produzida com o tema “Se a dor é singular, a voz é coletiva”. A votação segue aberta até o dia 28 de outubro.

10 canções produzidas por alunos 6º ao 9º ano do ensino fundamental, da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e do ensino médio da rede estadual disputam a preferência do público

Para ouvir as músicas e votar, acesse o site do projeto (clique aqui) .

A festa com apresentação das músicas finalistas será no dia 29 de outubro, no Centro de Convivência Cultural. Além das canções, a programação contará com exposição de poesias e artes visuais elaboradas pelos estudantes e uma cerimônia de premiação.

A proposta do projeto é que os estudantes reflitam sobre igualdade de gênero, enfrentamento à discriminação e cuidado coletivo. A iniciativa também marca os 20 anos da Lei Maria da Penha.

Confira as músicas finalistas

Uma comissão com representantes das instituições participantes do projeto escolheram as dez músicas finalistas. Veja a lista:

Se a dor é singular, nossa voz é coletiva!;

Somos a Mudança;

Se a dor é singular a voz é coletiva;

Não vou mais deixar;

A dor que move a esperança.

A canção “Voz Coletiva” traz uma rima sobre questões sociais na voz de um dos alunos. Já a música “Cuidado Coletivo” é cantada por uma aluna e tem como no gancho a Lei Maria da Penha, falando sobre a necessidade de ter um cuidado amplo com as mulheres.

O vídeo “Se a dor é singular a voz é coletiva!” começa com uma notícia sobre o maior número de casos de feminicídio no Brasil nos últimos dez anos, seguida de um compilado de matérias e um rap sobre a mulher na sociedade.

A canção “Nossa Voz”, também produzida por alunas, tem uma pegada mais fluída, com violão e caixa de som, e aborda a liberdade das mulheres na sociedade.

No vídeoclipe “Somos a Mudança”, inúmeras alunas apresentam uma reflexão sobre identidade, autoestima e empoderamento feminino, com foco no modelo hip-hop.

A música “Ser Mulher” traz a voz solo de uma aluna e um ritmo de violão produzido pela mesma, destacando a força e os direitos das mulheres.

“Se a dor é singular, a voz é coletiva” traz uma reflexão sobre a importância do cuidado com as mulheres e da união feminina. Já a produção “Não vou mais deixar” contempla o lado do relacionamento abusivo nos casos de violência contra as mulheres.

Na música “Crueldade Desumana” se tem um gancho mais social, com um solo de rap de um aluno. Por fim, ‘A dor que move a esperança”, traz uma as vozes de quatro estudantes, um no violão e um aluno no teclado, o tema gira em torno da voz das mulheres e a esperança.

Processo de avaliação das músicas

(Foto: Carlos Bassan/PMC)

A avaliação levou em conta a relação das composições com o tema proposto, a expressividade, a qualidade artística e a coerência das ideias, além do respeito aos direitos humanos, do combate à discriminação e da atenção à saúde mental.

As inscrições puderam ser feitas individualmente ou em grupos de até cinco estudantes, com acompanhamento de um professor orientador.

Essa competição é apenas decomposições musicais, as demais categorias serão apresentadas no festival do no dia 29 de outubro.

A realização é uma parceria entre o Ministério Público de São Paulo (MP-SP), a Secretaria Municipal de Educação de Campinas, a Fundação Educar, a PUC-Campinas e a Secretaria Estadual de Educação. O projeto conta ainda com o apoio das secretarias municipais de Políticas para as Mulheres, Cultura e Turismo, Saúde e Comunicação.

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