A médica Katiuscia Faria Alves de Oliveira, de 52 anos, que morreu após passar mal em Goiânia, era pediatra dedicada aos cuidados de recém-nascidos, segundo a Maternidade Nascer Cidadão, na capital, onde trabalhava havia anos. Ela cumpriu seu último plantão na unidade na noite de sexta-feira (16), horas antes de passar mal e morrer.
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De acordo com a maternidade, Katiuscia atuou na Unidade de Cuidado Intensivo Neonatal (Ucin). No fim da manhã de sábado (17), ela se sentiu mal e foi levada ao Hospital Santa Helena, onde sofreu uma parada cardiorrespiratória e morreu.
Até a última atualização desta reportagem, a causa da morte não havia sido esclarecida.
A morte da pediatra causou comoção entre amigos, familiares e instituições de saúde em Goiás. Em nota, a Maternidade Nascer Cidadão lamentou o falecimento e destacou o legado de amor, dedicação e compromisso da médica com a saúde.
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Colegas e familiares lamentam morte da pediatra
Nas redes sociais, amigos e familiares prestaram homenagens a Katiuscia e destacaram o profissionalismo, a dedicação à medicina e a amizade da pediatra.
A médica Paula Pires lamentou a morte da colega e ressaltou as qualidades profissionais e pessoais dela.
“Profissional responsável, trabalhadora, amiga, mãe. Vai fazer muita falta. Estamos desolados”, escreveu.
A irmã da médica, Janaina Faria, também se manifestou sobre a perda repentina.
“Te amo tanto, minha irmã. Está doendo tanto sua partida... ainda sem acreditar... como você era querida e amada”, publicou.
A médica Ana Marcia Guimarães destacou o comprometimento de Katiuscia e a atuação dela no atendimento de emergência.
“Uma pediatra maravilhosa, raiz, verdadeira, salvou inúmeras crianças! A melhor médica na emergência que eu já vi! Responsável, comprometida, estudiosa! Katiuscia, que Deus te receba”, escreveu.
Hospitais e entidades destacam dedicação à medicina
O Hospital Estadual da Mulher Dr. Jurandir do Nascimento (Hemu), onde Katiuscia também trabalhava como pediatra e neonatologista, divulgou uma nota de pesar.
“A sua incansável dedicação às nossas crianças e recém-nascidos deixará uma marca eterna na nossa história e nos nossos corações, permanecendo como um verdadeiro modelo de humanidade, ternura e amor à medicina”, destacou a instituição.
O Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego), a Sociedade Goiana de Pediatria (SGP) e a Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia (SMS) também lamentaram a morte da médica.
A SMS se solidarizou com familiares e amigos e destacou que a servidora atuava com “compromisso, responsabilidade e espírito de acolhimento, contribuindo de forma significativa para o cuidado e a proteção da saúde da população atendida pelo SUS”.

