A suspensão recebeu 121 votos favoráveis. Outros 42 conselheiros votaram contra e 33 se abstiveram. O relatório recomendou a punição por considerar inadequada a conduta de Corona Neto durante a reunião.

Discussão no Conselho

O caso foi em dezembro de 2025, quando o conselheiro criticou a gestão e a montagem do elenco. Corona apresentou números considerados falsos sobre transações do clube.

Durante o discurso, afirmou que “quem não entende de futebol, não pode ser presidente do Palmeiras, tem que ficar em casa” . Também chamou o diretor de futebol Anderson Barros de incompetente e disse que ele “só pensa em comer” .

Leila respondeu chamando Corona Neto de covarde, fracassado e desequilibrado. Depois da discussão, o conselheiro acionou a Justiça e pediu R$ 20.000 por danos morais, alegando ter sido ofendido pela dirigente.

O pedido de indenização foi julgado improcedente. O juiz Fernando Salles Amaral entendeu que a troca de ofensas em um ambiente de disputa política não justificava indenização.