O mercado também acompanha as tensões políticas na França .

Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,29%, a 10.733,00 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,05%, a 25.306,77 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,38%, a 7.838,49 pontos. Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,03%, a 49.071,37 pontos.

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Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,37%, a 19.110,20 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 teve queda de 0,67%, a 9.331,24 pontos. As cotações são preliminares.

Os papéis ligados à infraestrutura de IA sofreram pressão ao redor do mundo diante dos riscos relacionados aos investimentos no setor, e empurraram as empresas europeias de tecnologia para queda.

Em Amsterdã, os papéis da fabricante holandesa de equipamentos para semicondutores ASML Holding e de sua concorrente de menor porte, ASM International, caíram 2,5% e 2%, respectivamente. A BE Semiconductor cedeu 3,2%.

As negociações amplas receberam fôlego pelo alívio nos preços do petróleo, que passou a cair após o jornal israelense N12 citar uma proposta do Paquistão – aprovada pelos EUA e concordada de maneira preliminar pelo Irã – para resolver o conflito entre os países.

O setor de energia, no entanto, acompanha a baixa da commodity, com a Shell e a TotalEnergies registrando quedas de 0,7% e 0,5%, na mesma ordem, seguindo as perdas da commodity.

Ainda na esfera da política, a situação francesa continuou dominando o noticiário europeu, após o primeiro-ministro da França, Sébastien Lecornu, anunciar novos toques de recolher em áreas onde autoridades consideram necessárias.

“A agitação social certamente não favorece o sentimento em relação aos títulos públicos franceses (OATs)”, diz o Commerzbank.

Para a Muzinich & Co, o impasse político e a proximidade das eleições de 2027 dificultam a implementação de medidas corretivas na França, o que pode prolongar a incerteza. Os bancos franceses Société Générale, Crédit Agricole e BNP Paribas ficaram praticamente estáveis.

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