Analistas e grupos do setor haviam previsto que as importações aumentariam nesta safra, já que empresas como fabricantes de ração animal e produtoras de amido buscam compensar as perdas na colheita da UE, devastada pela seca, que deve ser a menor desde pelo menos 2000.
As importações de milho da UE desde o início de julho haviam atingido 6,64 milhões de toneladas métricas até domingo, das quais 2,9 milhões são provenientes dos EUA. Na mesma época do ano anterior, a UE havia importado apenas cerca de 900 mil toneladas de milho dos EUA.
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A Ucrânia também parece ter se beneficiado do aumento na demanda de importação de milho pela UE, com os embarques do país mais que dobrando em relação ao ano anterior, passando de 770 mil para 1,62 milhão de toneladas.
O Brasil, por outro lado, perdeu terreno, apesar de continuar sendo o segundo maior fornecedor de milho da UE , com as importações caindo para 1,82 milhão de toneladas, ante 2,74 milhões de toneladas no ano anterior.
No que diz respeito ao trigo “soft” , as exportações da UE na safra 2026/27 permaneceram estáveis em relação ao ano anterior até 18 de outubro, totalizando 8,47 milhões de toneladas.
(Reportagem de Sybille de La Hamaide, em Paris, e de Jakob Van Calster e Jerome Terroy, em Gdansk)

