O crescimento da receita foi sustentado pelo aumento do número de assinaturas, pelos reajustes de preços, pela expansão da publicidade e pelos efeitos cambiais favoráveis, líquidos das operações de proteção.
A companhia divulgou as seguintes projeções:
4º trimestre – receita de US$ 13,442 bilhões e lucro líquido de US$ 2,787 bilhões;
2026 – receita de US$ 51,1 bilhões, alta de 13%, e margem operacional de 31,5%;
publicidade – receita anual de US$ 2,7 bilhões, abaixo dos US$ 3 bilhões estimados antes.
Na América Latina, a receita foi de US$ 1,60 bilhão no 3º trimestre –alta de 17% na comparação anual, ou de 12% sem os efeitos cambiais. Estados Unidos e Canadá responderam por US$ 5,63 bilhões –aumento anual de 11%.
Europa, Oriente Médio e África registraram US$ 4,11 bilhões em receitas –avanço de 11%. Na região da Ásia-Pacífico, o resultado foi de US$ 1,54 bilhão –alta de 12%. A Netflix também destacou a Índia, onde as horas assistidas cresceram 24% e a receita avançou cerca de 18% em moeda constante.

