Uma operadora de caixa de 18 anos suspeita de sair sem pagar depois de realizar um procedimento estético nos dentes em um consultório odontológico de Trindade, na Região Metropolitana de Goiânia, foi presa após ser reconhecida pelo dentista durante uma caminhada em um parque da cidade. De acordo com dentista, ela procurou a clínica para colocar cristais nos dentes.
A jovem passou por audiência, e a Justiça determinou a soltura dela. O g1 não conseguiu contato com a defesa da investigada até a última atualização desta reportagem.
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Segundo o dentista Gabriel Protásio, a mulher tentou pagar pelo atendimento com cartão de crédito, mas a transação foi recusada. Ela teria dito que buscaria outro cartão no carro e não voltou ao consultório.
“Eu peguei a maquininha e levei até ela para fazer o pagamento, e deu recusado. Aí ela falou: ‘Vou pegar outro cartão no carro’. Eu falei: ‘Tranquilo’. Como ela foi embora, eu fui atender outro paciente. Depois, minha ficha caiu”, relatou Gabriel.
Após perceber que a mulher não retornaria, o dentista procurou a polícia. Durante as buscas, ele afirmou ter descoberto registros de outras ocorrências semelhantes envolvendo a suspeita. O profissional também foi até o endereço dela, mas não a encontrou.
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Na manhã seguinte, enquanto fazia caminhada em um parque de Trindade, o dentista encontrou a mulher e a esposa dele a reconheceu e tirou uma foto.
“Minha esposa identificou ela, fez uma foto rápida, à distância, e mandou. Aí a gente correu para cima dela, abordou e chamou a viatura”, contou. Segundo o dentista, a mulher não o reconheceu inicialmente.
Não pretendia pagar
Golpista procurou consultório odontológico para colocar cristal dental, em Goiás
Em um vídeo gravado no momento da prisão, ela disse que não tinha dinheiro para pagar pelo procedimento odontológico.
No diálogo com o policial responsável pela ocorrência, ao ser questionada sobre o motivo de não ter retornado ao consultório, ela respondeu que não tinha dinheiro para pagar. Ao ser perguntada se já havia saído de casa com a intenção de realizar o procedimento sem pagar, respondeu que sim.
Durante a abordagem, o policial também perguntou se ela já havia se envolvido em outras ocorrências semelhantes, a mulher respondeu que aquele seria o quarto caso.
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