O Corinthians depositou pouco de mais de R$ 8 milhões aos cofres da União e pagou parte das parcelas atrasadas do acordo assinado com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). O clube estava inadimplente havia quatro meses e, aos poucos, busca regularizar os pagamentos.

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A diretoria pagou apenas as pendências da dívida previdenciária com a PGFN. As pendências não previdenciárias, no valor de R$ 19.318.464,72, seguem em atraso desde junho.

Em contato com a reportagem, o clube afirmou que trabalha para resolver o problema o quanto antes.

Osmar Stabile, presidente do Corinthians

Em fevereiro deste ano, o Corinthians assinou um acordo com a União e recebeu desconto de 46%, reduzindo a dívida tributária de R$ 1,2 bilhão para R$ 679 milhões com pagamento parcelado em quase 20 anos. Ao todo, são 120 prestações para os débitos não previdenciários e 60 prestações nos previdenciários.

O clube do Parque São Jorge pagou as quatro primeiras parcelas dentro do prazo, porém atrasou as quatro seguintes devido ao momento de instabilidade financeira. Recentemente, em agosto, o órgão notificou o Corinthians sobre a inadimplência.

O contrato assinado entre as partes prevê que a "falta de pagamento de três parcelas consecutivas ou alternadas" é hipótese de rescisão.

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