No 1º bloco da peça publicitária, a campanha abordou o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para alertar contra o risco de reedição de políticas de arrocho.
O texto destaca cortes orçamentários em áreas como o programa “ Farmácia Popular “, a verba destinada ao tratamento do câncer e os recursos para o “ Minha Casa, Minha Vida ”, além de citar vetos ao reajuste da merenda escolar. Segundo a narrativa veiculada, a contenção nessas áreas serviu para custear o “ orçamento secreto “.
Na 2ª parte do programa, a narrativa altera o tom para a convocação de militância. Após agradecer aos mais de 53 milhões de votos obtidos na primeira etapa do pleito, o discurso dialoga diretamente com eleitores que votaram em outros candidatos ou não votaram no 1º turno.
Para atrair esse segmento, a propaganda lista bandeiras econômicas e sociais de apelo direto ao bolso do trabalhador:
desoneração da Cesta Básica: promessa de zerar impostos sobre itens essenciais, como carne, frango, alimentos e produtos de higiene;
jornada de trabalho: defesa do fim da escala 6 X 1, aprovada em outubro pelo Senado , sem redução nos salários;
imposto de renda: manutenção de propostas de isenção e ampliação de faixas.
Por fim, a peça explora a pauta da segurança pública e a flexibilização do acesso ao armamento, associando o aumento de armas nos lares a riscos à tranquilidade das famílias.
Primeiro, a propaganda simula uma cena em que um menino admira seu pai limpando um revólver, que ele acaba levando para a escola onde o objeto é disparado.
Em seguida, são exibidos trechos de uma cena real, envolvendo um menino que foi filmado em um ato de apoio a Flávio com um objeto simulando uma arma . O caso foi levado à Justiça pela mãe do menino, que relatou não saber do ocorrido até assistir ao vídeo.
📷#vídeo Lula: “Não deixe esse pesadelo voltar” – programa eleitoral 5min
👇Assista ao vídeo: https://t.co/pEQCK2eraO
— Poder360 (@Poder360) October 21, 2026

