As equipes da 1ª divisão concentram R$ 17,34 bilhões em dívidas, enquanto as da Série B somam R$ 2,65 bilhões.

A Anresf revisou o critério depois da divulgação inicial do painel. A exclusão de receitas recebidas antecipadamente reduziu o total contabilizado de R$ 25 bilhões para R$ 19,99 bilhões e alterou a classificação dos clubes. Pela metodologia atual, entram na conta obrigações de curto e longo prazo, inclusive valores que ainda não venceram.

Atrasos e risco de punição

O painel também acompanha salários, transferências e impostos vencidos. Na Série A, Bahia, Chapecoense, Flamengo, Mirassol, Palmeiras e Red Bull Bragantino foram os únicos a declarar ausência de pagamentos atrasados no levantamento referente a 30 de junho de 2026.

A agência distingue o endividamento total das parcelas vencidas. Obrigações renegociadas, com os novos pagamentos em dia, ou discutidas na Justiça não são consideradas atrasos segundo as regras do sistema.

Atlético-MG, Grêmio, Internacional e São Paulo receberam prazo de 45 dias para regularizar determinadas dívidas de 2026 com outros clubes, mediante pagamento ou acordo, sob risco de transfer ban , que impede o registro de jogadores. Como noticiou o Poder360, as pendências do Atlético envolvem Bahia e Santos .

O período de adaptação para dívidas anteriores a 2026 termina em 30 de novembro , data da próxima autodeclaração.

Ranking das dívidas