A poucos dias das eleições presidenciais no Brasil, investidores repercutem as últimas pesquisas, divulgadas na véspera. O mercado ainda avalia novos balanços corporativos e segue atento às oscilações dos preços do petróleo no mercado internacional.
🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
Com isso, o barril do Brent, referência internacional, subia 2,83% perto das 8h50, cotado a US$ 111,90. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, avançava 2,16%, a US$ 99,25 o barril.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
Acumulado da semana: -0,90%;
Acumulado do mês: -2,84%;
Acumulado do ano: -8,41%.
Acumulado da semana: +0,46%
Acumulado do mês: +10,75%;
Acumulado do ano: +28,09%.
Petróleo volta a ficar no radar
As tensões entre os Estados Unidos e o Irã seguem influenciando as cotações do petróleo no mercado internacional. Na véspera, o Teerã informou ao comandante do Exército do Paquistão que não haverá negociações com Washington até que suas exigências sejam atendidas.
As falas reforçam o endurecimento da postura do país em relação às tratativas com os EUA, apesar dos esforços de mediação do Paquistão, seu principal interlocutor.
Segundo o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, Washington não poderá conquistar a confiança de Teerã até que cumpra as sete condições apresentadas pelo país no mês passado para a reabertura do Estreito de Ormuz, rota por onde passava cerca de 20% de todo o comércio global de petróleo antes da guerra.
As condições do Irã incluem, entre outras exigências, o fim do bloqueio dos EUA aos seus portos, o fim das sanções dos EUA às suas exportações de petróleo, bem como o fim das hostilidades em todas as frentes regionais.
Além disso, outro fator que influencia as cotações do petróleo nesta quinta-feira é a nova onda de ataques da Rússia contra a Ucrânia. Os dois países voltaram a trocar ataques, mesmo após os recentes esforços dos EUA para pôr fim ao conflito.
Na véspera, Moscou chegou a afirmar que estaria pronta para retomar as negociações com Kiev, enquanto o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse que espera que as conversas ocorram no início de novembro. Ainda assim, os ataques seguem acontecendo entre os dois países.
Na Ásia, a queda foi generalizada entre os índices acionários, à medida que as ações do setor de inteligência artificial registravam perdas, em meio a temores de que o crescimento e as valorizações fossem insustentáveis.
O SSEC, Índice de Xangai, teve queda de 1,48%, enquanto o CSI300, que reúne grandes empresas chinesas, caiu 1,84%. No Japão, o Nikkei recuou 2,67% e o Kospi, da Coreia do Sul, desvalorizou 3,52%. O Hang Seng, de Hong Kong, teve perdas de 3,03%.
* Com informações da agência de notícias Reuters.
Cédulas de dólar

