# Dólar abre em alta, com avanço nos preços do petróleo e na reta final das eleições no Brasil

- Seção: Brasil
- Fonte: G1 (https://g1.globo.com/economia/noticia/2026/10/22/dolar-ibovespa.ghtml)
- Publicado em: 2026-10-22T12:00:25.000Z
- URL: https://www.itatiba1.com.br/noticia/1300321-dolar-abre-em-alta-com-avanco-nos-precos-do-petroleo-e-na-reta-final-das

> O dólar abriu a sessão desta quinta-feira (22) em alta, com um avanço de 0,45% perto das 9h, cotado a R$ 5,0500. Já as negociações do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam às 10h.

A poucos dias das eleições presidenciais no Brasil, investidores repercutem as últimas pesquisas, divulgadas na véspera. O mercado ainda avalia novos balanços corporativos e segue atento às oscilações dos preços do petróleo no mercado internacional.

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Com isso, o barril do Brent, referência internacional, subia 2,83% perto das 8h50, cotado a US$ 111,90. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, avançava 2,16%, a US$ 99,25 o barril.

Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.

Acumulado da semana: -0,90%;

Acumulado do mês: -2,84%;

Acumulado do ano: -8,41%.

Acumulado da semana: +0,46%

Acumulado do mês: +10,75%;

Acumulado do ano: +28,09%.

Petróleo volta a ficar no radar

As tensões entre os Estados Unidos e o Irã seguem influenciando as cotações do petróleo no mercado internacional. Na véspera, o Teerã informou ao comandante do Exército do Paquistão que não haverá negociações com Washington até que suas exigências sejam atendidas.

As falas reforçam o endurecimento da postura do país em relação às tratativas com os EUA, apesar dos esforços de mediação do Paquistão, seu principal interlocutor.

Segundo o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, Washington não poderá conquistar a confiança de Teerã até que cumpra as sete condições apresentadas pelo país no mês passado para a reabertura do Estreito de Ormuz, rota por onde passava cerca de 20% de todo o comércio global de petróleo antes da guerra.

As condições do Irã incluem, entre outras exigências, o fim do bloqueio dos EUA aos seus portos, o fim das sanções dos EUA às suas exportações de petróleo, bem como o fim das hostilidades em todas as frentes regionais.

Além disso, outro fator que influencia as cotações do petróleo nesta quinta-feira é a nova onda de ataques da Rússia contra a Ucrânia. Os dois países voltaram a trocar ataques, mesmo após os recentes esforços dos EUA para pôr fim ao conflito.

Na véspera, Moscou chegou a afirmar que estaria pronta para retomar as negociações com Kiev, enquanto o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse que espera que as conversas ocorram no início de novembro. Ainda assim, os ataques seguem acontecendo entre os dois países.

Na Ásia, a queda foi generalizada entre os índices acionários, à medida que as ações do setor de inteligência artificial registravam perdas, em meio a temores de que o crescimento e as valorizações fossem insustentáveis.

O SSEC, Índice de Xangai, teve queda de 1,48%, enquanto o CSI300, que reúne grandes empresas chinesas, caiu 1,84%. No Japão, o Nikkei recuou 2,67% e o Kospi, da Coreia do Sul, desvalorizou 3,52%. O Hang Seng, de Hong Kong, teve perdas de 3,03%.

* Com informações da agência de notícias Reuters.

Cédulas de dólar

Reportagem completa: https://g1.globo.com/economia/noticia/2026/10/22/dolar-ibovespa.ghtml

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