A casa de luxo francesa registrou receita de 4,1 bilhões de euros no trimestre encerrado em setembro, alta de 4,3% em relação ao mesmo período de um ano antes, a taxas de câmbio constantes.
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No segundo trimestre, a fabricante parisiense de bolsas de alto padrão e lenços de seda havia registrado avanço orgânico de 6,7% na receita.
Empresas do setor de luxo vêm enfrentando um mercado difícil nos últimos anos, principalmente por causa da queda da demanda por produtos de alto padrão, sobretudo na China, onde marcas europeias também lidam com a concorrência crescente de grifes locais.
O momento de uma recuperação na China tem sido uma das principais dúvidas para a indústria, que passou a depender dos gastos dos consumidores mais ricos do país, dentro e fora de suas fronteiras.
No entanto, a economia chinesa segue instável, levando os consumidores a manter o orçamento apertado.
Na semana passada, a LVMH, dona da Louis Vuitton , alertou que a demanda fraca na China pesou no desempenho de sua importante divisão de moda e artigos de couro.
A Hermès afirmou que, apesar das incertezas econômicas, geopolíticas e monetárias, continua esperando crescimento da receita , a taxas de câmbio constantes, no médio prazo.
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