As restrições atingem 40 pessoas na Bolívia, ligadas ao governo do ex-presidente Luis Arce, e 21 na Colômbia, da gestão de Gustavo Petro.

O Departamento de Estado afirmou que as medidas buscam apoiar os atuais governos no combate à organizações criminosas.

Na Bolívia, as restrições de visto foram anunciadas contra 15 cidadãos e seus familiares próximos. A lista inclui parlamentares, magistrados, promotores e ex-integrantes de órgãos de segurança e investigação.

Na Colômbia, as medidas miram sete pessoas mais as suas famílias.

As restrições foram adotadas com base na Lei de Imigração e Nacionalidade dos Estados Unidos, que permite que o secretário de Estado negue vistos a estrangeiros quando "houver motivos para considerar que sua entrada no país ou suas atividades possam provocar consequências negativas para a política externa americana", diz a nota.