A solicitação atende a um pedido feito pela campanha de Flávio Bolsonaro (PL) na terça-feira (20), que acusa a Meta de ignorar “a atuação coordenada” do canal feita pelo deputado federal André Janones (Rede-MG).

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O relatório solicitado deverá averiguar:

A existência de sincronização de atividades, replicação de mensagens e atuação coordenada entre contas, canais e plataformas da Meta

Se há publicidade paga, impulsionamento ou distribuição patrocinada

Os padrões de engajamento, alcance, compartilhamento e eventual ampliação artificial

A circulação dos conteúdos publicados no grupo

Uma análise de todos os pedidos formulados no processo

A decisão também determina que a Meta detalhe quais critérios técnicos utiliza para diferenciar “mobilização legítima” de “comportamento coordenado irregular”.

Esta não é a primeira decisão da Corte eleitoral envolvendo o “Exército de Lula”. Na semana passada, o canal saiu do ar temporariamente após Nunes Marques determinar que ele fosse registrado junto à Justiça Eleitoral como meio de comunicação oficial da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

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