O Retorno sobre o Patrimônio Líquido Médio (ROAE, na sigla em inglês) foi de 16,1%, ante 14,7% no 3º trimestre de 2025 . Sem o efeito do aumento de capital realizado no período, o indicador ficou em 15,6%, de acordo com o banco. Leia a íntegra (PDF – 2 MB).

A carteira de crédito expandida somou R$ 1,150 trilhão em setembro. Cresceu 1,1% no trimestre e 11,1% em 12 meses.

Eis os números por segmento:

Pessoa Jurídica –R$ 664,7 bilhões (+14,1% em 12 meses);

Grandes Empresas – R$ 392,2 bilhões (+14,8%);

Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPME) – R$ 272,5 bilhões (+13,0%);

Pessoa Física – R$ 484,9 bilhões (+7,4%).

Na pessoa física, o banco informou alta de 102,0% no consignado privado, de 26,8% no financiamento de veículos e de 18,5% na carteira de alta renda, todas em 12 meses.

As operações de capital de giro com garantia do FGI (Fundo Garantidor para Investimentos) e do FGO (Fundo Garantidor de Operações) cresceram 31,5% em 12 meses.

MARGEM E SERVIÇOS

A margem financeira total foi de R$ 21,4 bilhões, aumento de 2,4% no trimestre e de 14,2% em 12 meses.

Desse valor, R$ 20,5 bilhões vieram da margem com clientes (+1,5% no trimestre e +10,1% em 12 meses) e R$ 0,9 bilhão da margem com mercado.

A receita de prestação de serviços totalizou R$ 10,9 bilhões, alta de 4,2% no trimestre e de 3,1% em 12 meses. As rendas com cartões somaram R$ 4,8 bilhões (+4,5% em 12 meses).

O Grupo de Seguros, Previdência e Capitalização teve lucro líquido de R$ 2,9 bilhões (+14,1% em 12 meses) e ROAE de 22,0%. As receitas de prêmios e contribuições foram de R$ 30,0 bilhões.

DESPESAS E CAPITAL

As despesas operacionais somaram R$ 13,1 bilhões, queda de 1,0% em 12 meses e de 0,7% no trimestre. A inflação média acumulada no período foi de 4,41%, de acordo com o balanço.

O banco concluiu seu aumento de capital de R$ 10,0 bilhões. Os controladores aportaram R$ 5,4 bilhões e os acionistas minoritários, R$ 4,6 bilhões.