"O TSE não determinou a retirada de nenhum canal de WhatsApp do ar. Os prazos dos processos de propaganda são sempre curtos. Ilações a partir desses despachos que pedem informação em tempo curto são absolutamente indevidos.".

A nota faz referência ao pedido do presidente da Corte, ministro Nunes Marques, que pediu um "pente fino" da área técnica da Meta (dona do WhatsApp, Instagram e Facebook) sobre o canal "Exército do Lula", liderado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG).

Nunes Marques atendeu a um pedido feito pela campanha do candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, que alega que há divulgação de desinformação contra o adversário do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas urnas.

🔎Segundo a determinação do ministro, a Meta deve apresentar um relatório em até 24h. O prazo termina por volta das 18h desta sexta.

A nova determinação é mais um capítulo da disputa em torno do canal. Na semana passada, Nunes Marques chegou a determinar sua suspensão.

Reunião com plataformas

Na manhã desta sexta, ministros do TSE responsáveis pela área de propaganda eleitoral se reuniram com representantes da Meta, dona do WhatsApp, do Instagram e do Facebook, e das plataformas X, Google, TikTok e Kwai no país.