O placar ficou em 6 a 1 a favor do desfoque da foto. Ficou vencida a ministra Estela Aranha , que considerou suficiente a remoção voluntária do conteúdo já realizada pela equipe de Lula. Na análise preliminar para aceitar a ação, o tribunal decidiu aceitar o pedido por 5 a 2, com votos contrários dos ministros Floriano de Azevedo Marques e Estela Aranha.
A contestação é por causa da exibição de uma fotografia em que Val Meliga aparece ao lado de outras pessoas. A imagem foi veiculada no horário eleitoral gratuito de 11 de outubro, depois da fala “Flávio é amigo de bandido, amigo de meliante” , em referência ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República.
Val Meliga declarou no processo que a associação prejudicou sua honra ao dar margem à interpretação de que integraria o grupo mencionado no programa. Ela foi tesoureira-geral do PSL no Rio de Janeiro quando a sigla era dirigida por Flávio Bolsonaro. É irmã de Alan e Alex Rodrigues Oliveira, presos em agosto de 2018 na operação Quarto Elemento .
O relator, ministro André Mendonça , ajustou seu voto para incorporar a proposta do ministro Sebastião Reis Júnior . A medida estipula o desfoque da imagem de Val Meliga para impedir sua identificação na peça publicitária.

