A implementação do plano começa à 0h de sábado (24.out) e vai até as 7h de 2ª feira (26.out). O objetivo é assegurar que não haja interrupções ou falhas na rede elétrica durante a votação e apuração dos resultados das urnas no domingo (25.out). Serão colocadas em prática as mesmas medidas da operação realizada de 3 a 5 de outubro, para o 1º turno .
O Operador determinou que as distribuidoras de energia deixem equipes de operação e manutenção de sobreaviso para casos de emergência. As empresas também deverão evitar manutenções programadas que envolvam corte de carga ou risco de corte de carga. Também há recomendação para operação do sistema elétrico com fluxos mais reduzidos.
Em paralelo, o ONS intensificará o monitoramento das condições meteorológicas em áreas estratégicas do SIN (Sistema Interligado Nacional) para antecipar eventuais impactos de tempestades, ventos fortes e descargas atmosféricas.
O plano operacional estabelece ainda a troca de informações entre ONS, Ministério de Minas e Energia, Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e Tribunais Regionais Eleitorais.
Os órgãos devem manter monitoramento sobre o desempenho do sistema e eventuais ocorrências com geradores, transmissores e distribuidores de energia
Assim como no 1º turno, o ONS deve divulgar na 2ª feira (26.out) um relatório com o resumo das informações técnicas sobre o desempenho da rede de operação do sistema elétrico, destacando os fatos relevantes que ocorreram durante a operação.
A iniciativa atende uma resolução do CMSE (Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico), que define que o ONS deverá propor medidas extras de segurança a fim de garantir o suprimento de energia elétrica em eventos de grande relevância.

