“Se meu irmão não ganhar, eu sou a favor de que meu irmão saia do país. Com certeza. Com certeza” , disse.

A declaração foi dada ao programa ao vivo norte-americano “Louder with Crowder” , do comentarista político Steven Crowder, que recebeu Eduardo como convidado. Na mesma conversa, Eduardo também questionou a veracidade do sistema eleitoral brasileiro.

“O problema é que nós não usamos papel, não há contagem pública dos votos, e você precisa confiar na máquina. Nós usamos máquinas e é isso. Esse é o problema” , declarou. Não é a 1ª vez que o ex-deputado critica o sistema de urnas eletrônicas, que já chegou a ter posts derrubados pelo Tribunal Superior Eleitoral por conter desinformações sobre o modelo eleitoral.

Desde fevereiro de 2025, Eduardo vive autoexilado nos Estados Unidos. Diz fugir de uma “perseguição política” contra sua família. Desde então, perdeu a cadeira no Congresso por faltas e foi demitido do cargo de escrivão da Polícia Federal.

Caso volte, ele terá que enfrentar as consequências da condenação do Supremo Tribunal Federal por usar sua atuação nos EUA para pressionar ministros da Corte durante o julgamento da ação penal contra Jair Bolsonaro (PL), seu pai, por tentativa de golpe de Estado. Um mandado de prisão imediata já foi expedido pelo ministro do STF, Alexandre de Moraes, em seu nome.

Em 20 de julho, ele conseguiu um green card do governo de Donald Trump (Partido Republicano). O documento permite a permanência de Eduardo nos EUA por tempo indeterminado, o direito de trabalhar no país e de acessar benefícios de saúde estaduais. No entanto, Eduardo já afirmou durante entrevista que seu objetivo é voltar ao Brasil assim que houver condições para isso.