Marcos Rojo em ação pelo Estudiantes

Rojo estava no Racing e teve uma transferência conturbada, rompendo relações com o presidente Diego Milito. Apesar de seu contrato terminar em dezembro, o clube não queria liberá-lo para um rival. O Estudiantes, desesperado porque perdeu dois titulares da defesa (Pirez e Tomás Palacios), suspensos para o jogo de ida contra o Flamengo, pagou US$ 500 mil (R$ 2,5 milhões) para concluir a contratação. Além de assumir bônus de mais US$ 250 mil (R$ 1,2 milhão) se conseguir a classificação para a final e de US$ 450 mil (R$ 2,2 milhões) em caso de título.

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Ele iria estrear pelo Estudiantes contra o Flamengo na Argentina, mas não teve sua inscrição aprovada pela Conmebol e ficou fora da lista de relacionados. O clube argentino, no entanto, recorreu ao CAS para poder escalar o reforço no Maracanã. Rojo foi titular na lateral esquerda e esteve em campo até os 30 minutos do segundo tempo, quando foi substituído por Tomás Palacios.

O Flamengo tomou conhecimento que o CAS deferiu o pedido do Estudiantes, mas afirmou no documento que seria responsabilidade do clube a utilização do jogador em um eventual julgamento. A diretoria rubro-negra entende que sem autorização da Conmebol, que é a entidade que organiza a competição, a decisão feriu o regulamento. Por isso, solicita a aplicação da pena prevista para casos de escalação irregular de jogador, que é derrota por 3 a 0 para o time infrator.

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