"O número de vítimas fatais no ataque contra a igreja da localidade de Hammud", na província de Karak, "aumentou para nove após a morte de um segundo ferido que estava em estado crítico", afirmou o ministro. Segundo ele, 25 pessoas continuavam hospitalizadas.
Durante a manhã, havia sido confirmada a morte de uma oitava vítima. Na sexta-feira (23), as autoridades haviam registrado sete mortos e 34 feridos.
Segundo a Direção de Segurança Pública, os agressores invadiram uma igreja greco-ortodoxa e abriram fogo contra um cortejo fúnebre.
Agora no g1
O ministro do Interior, Mazen Al Faraya, afirmou que o ataque, incomum contra a comunidade cristã do país, de maioria muçulmana sunita, foi cometido por "um grupo de extremistas".
"Os serviços de segurança estão mobilizados sem descanso para localizar os autores", declarou.
O rei Abdullah II da Jordânia visitou os feridos internados no hospital e afirmou, em uma publicação no X, que "o atentado terrorista contra Karak receberá a resposta mais dura".
"A segurança e a proteção dos jordanianos são linhas vermelhas que não devem ser cruzadas", acrescentou o monarca neste sábado, após uma reunião do Conselho de Segurança.
O primeiro-ministro do país, Jafar Hassan, decretou três dias de luto nacional a partir de sexta-feira, com bandeiras a meio-mastro em instituições governamentais e públicas.
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