Michelle permaneceu em Brasília para cuidar do marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), enquanto o candidato esteve em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro.
A ex-primeira-dama se manteve afastada de compromissos de campanha de Flávio durante todo o 2º turno. A ausência se repetiu no último dia de mobilização antes da votação de domingo (25.out).
Flávio encerrou a campanha no Rio de Janeiro, em frente ao condomínio de seu pai na Barra da Tijuca. Segundo a assessoria do candidato, o ato simboliza uma homenagem ao ex-presidente, que o indicou para disputar o Planalto em dezembro de 2025.
A campanha também promoveu uma mobilização em Belo Horizonte (MG) na manhã deste sábado. Segundo o material divulgado pela equipe de Flávio, participaram os governadores eleito Cleitinho (MG) e reeleito Tarcísio de Freitas (SP), o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) e o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).
A candidatura adotou o slogan “O Brasil Vai Vencer” e intensificou a mobilização de apoiadores com o chamado “Bloco 22” , referência ao número do PL nas urnas.
Apesar da ausência de Michelle nos atos finais, a campanha manteve as referências a Jair Bolsonaro como elemento central da mobilização eleitoral.

