Esse cálculo representa uma estimativa de capacidade do espaço, não uma contagem dos participantes. A equipe de segurança do Palácio do Planalto não autorizou o uso de drone pelo Poder360 para registrar o ato com imagens de alta resolução e em ângulo reto (de cima para baixo) para fazer uma estimativa precisa e independente.

A restrição segue o procedimento adotado em outros eventos com a presença do presidente.

A manifestação foi realizada na véspera do 2º turno das eleições presidenciais, marcado para domingo (25.out.2026). Lula deixou o veículo que levou-o à manifestação em frente ao Masp e subiu em um trio elétrico maior.

Na ocasião, o presidente demonstrou preocupação com a movimentação da multidão e com pessoas que passavam mal.

“Essa é a maior passeata que já foi feita na história da avenida Paulista e eu estou preocupado porque tem muito empurra-empurra aqui e tem gente passando mal” , afirmou.

O deslocamento do veículo que transportava Lula foi dificultado pela concentração de pessoas na avenida e nas ruas transversais. Locutores pediram aos participantes que caminhassem para liberar a passagem.

ATOS NO RIO DE JANEIRO

Antes de seguir para São Paulo, Lula participou de ato de campanha em Copacabana, na zona Sul do Rio de Janeiro. A concentração começou às 9h, no Posto 5 da av. Atlântica. Imagens aéreas mostraram que o público ocupou 5 quarteirões da avenida. Segundo o PT, o público foi de 1 milhão e 150 mil pessoas.

Lula chegou ao local por volta das 11h15, acompanhado da primeira-dama Janja da Silva e de aliados, como a deputada Benedita da Silva (PT-RJ) e o ex-prefeito do Rio Eduardo Paes (PSD).

Flávio Bolsonaro (PL) também realizou atos de campanha neste sábado (24.out). Depois de participar de uma mobilização na praça da Liberdade, em Belo Horizonte, o senador seguiu para o Rio, onde reuniu apoiadores na praça do Ó, na Barra da Tijuca. Imagens aéreas mostraram a praça e os arredores ocupados por apoiadores.

Flávio estava acompanhado da mulher, Fernanda Bolsonaro, do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e do governador eleito do Rio de Janeiro, Douglas Ruas (PL).