Ambos os casos foram no Colégio Estadual Amaro Cavalcanti, no Catete, na zona sul da capital fluminense. As identidades dos envolvidos não foram divulgadas. A informação foi confirmada pelo TRE-RJ (Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro).

Equipes do 2º Batalhão da Polícia Militar, em Botafogo, conduziram os 2 à delegacia. Em nota, a PM confirmou o encaminhamento. Eis o que disse: “Por determinação do juiz eleitoral da 16ª Zona Eleitoral, equipes do 2º BPM (Botafogo) conduziram duas pessoas do Colégio Estadual Amaro Cavalcanti à Delegacia da Polícia Federal, na Praça Mauá, para prestar esclarecimentos.”

No 1º caso, uma mulher foi identificada pela equipe do colégio como fiscal do PL, mas usava um crachá com a inscrição “delegado” . O 2º caso envolveu um homem abordado no mesmo colégio eleitoral, também sob suspeita de tentar direcionar votos para Flávio Bolsonaro. Ele foi preso.

Em nota, o PL afirmou não ter conhecimento dos fatos. “Esse tipo de prática não faz parte do perfil de militância do partido” , declarou.