# Ibovespa Hoje Ao Vivo: Confira o que movimenta Bolsa, Dólar e Juros nesta segunda

- Seção: Economia
- Fonte: InfoMoney (https://www.infomoney.com.br/mercados/ibovespa-hoje-bolsa-de-valores-ao-vivo-26102026/)
- Publicado em: 2026-10-26T11:19:01.000Z
- URL: https://www.itatiba1.com.br/noticia/1365982-ibovespa-hoje-ao-vivo-confira-o-que-movimenta-bolsa-dolar-e-juros-nesta-segunda

> ETF do Brasil no exterior EWZ cai 26% no pre-market com reeleição de Lula.

Tesouro Direto se prepara para forte alta nas taxas e suspensões.

Real cai 10% no mercado futuro ante dólar após reeleição de Lula.

B3 altera exclusivamente para hoje os limites de oscilação diária de contratos futuros .

Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice .

Confira as últimas dos mercados

update 8h19 Barris de petróleo recuam em meio a nova ameaça de ataques no Oriente Médio

Os preços do petróleo recuam à medida que os investidores avaliam a ameaça de novos ataques à infraestrutura energética da Arábia Saudita em contraposição às preocupações de que os preços elevados pudessem, eventualmente, corroer a demanda. Na sexta-feira, Trump afirmou que os EUA podem realizar outra operação militar contra o Irã, enquanto Teerã ameaçou com represálias, incluindo ataques a cabos submarinos. As cotações do minério de ferro na China fecharam perto da estabilidade, enquanto os investidores avaliavam a demanda sazonalmente mais fraca na China, em contraposição às apostas em novos estímulos de Pequim para impulsionar a segunda maior economia do mundo. Petróleo WTI, -2,34%, a US$ 100,85 o barril

Petróleo Brent, -1,83%, a US$ 114,58 o barril

Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +0,07%, a 671,50 iuanes (US$ 100,55)

update 8h15 Bolsas da Ásia têm maioria em alta

As ações chinesas recuperaram as perdas registradas no início do dia e encerraram praticamente estáveis nesta segunda-feira, com os investidores adotando uma postura cautelosa diante de uma semana movimentada, marcada por importantes reuniões de bancos centrais. Compensando parcialmente a fraqueza, as ações do setor de petróleo e gás se recuperaram, com um subíndice que acompanha o setor subindo 2,4%, já que os ataques persistentes à Arábia Saudita, principal produtora, mantiveram os investidores cautelosos, apesar das esperanças de uma diminuição das tensões entre os EUA e o Irã. Na região, os mercados acionários operaram com cautela antes de uma semana repleta de reuniões de bancos centrais e divulgações de resultados corporativos que testarão ainda mais a confiança dos investidores no boom da IA.

Shanghai SE (China), +0,19%

Nikkei (Japão): -0,80%

Hang Seng Index (Hong Kong): +0,54%

Nifty 50 (Índia): +0,30%

ASX 200 (Austrália): +0,17%

update 8h12 Bolsas da Europa avançam juntas

Os mercados europeus operam com alta em sua maioria. Os custos de financiamento da França recuaram ligeiramente, com o rendimento dos títulos públicos de 10 anos caindo 5 pontos-base. O movimento ocorreu após a Moody’s manter a classificação de crédito do país em Aa3 na sexta-feira, mas preservar a perspectiva negativa. A França enfrenta uma crise fiscal crescente e tenta convencer os investidores de sua capacidade de controlar a dívida pública e manter a credibilidade de suas contas.

STOXX 600: +0,44%

DAX (Alemanha): +0,86%

FTSE 100 (Reino Unido): +0,47%

CAC 40 (França): +0,75%

FTSE MIB (Itália): +0,78%

update 8h10 EUA: índices futuros operam mistos

Os índices futuros de Nova York operam de forma mista nesta segunda-feira (26), com os investidores à espera de uma bateria de balanços de gigantes de tecnologia que deve ajudar a avaliar a sustentabilidade dos investimentos em inteligência artificial (IA). Os resultados de Microsoft, Alphabet, controladora do Google, e Amazon estarão no centro das atenções, em meio ao escrutínio sobre os gastos bilionários com a expansão da IA e após um período de volatilidade nas ações do setor. Além dos balanços, a agenda dos bancos centrais deve orientar os mercados nesta semana. O Federal Reserve (Fed), dos Estados Unidos, anuncia sua decisão sobre os juros na quarta-feira, seguido pelo Banco Central Europeu (BCE), na quinta-feira, e pelo Banco do Japão (BoJ), na sexta-feira.

Dow Jones Futuro: +0,36%

S&P 500 Futuro: +0,07%

Nasdaq Futuro: -0,07%

update 8h07 Abertura de mercados

Os ativos brasileiros negociados no exterior despencam nesta segunda-feira após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) derrotar o senador Flávio Bolsonaro (PL) em uma virada inédita para conquistar um histórico quarto mandato na Presidência da República do país. As ADRs de empresas brasileiras negociadas nos Estados Unidos, como Petrobras, Itaú Unibanco e Bradesco, tinham quedas superiores a 20% nas negociações pré-mercado. O ETF iShares MSCI Brasil perdia mais de 26%. Além disso, os títulos internacionais do Brasil também operavam no negativo depois que Lula obteve 51,79% dos votos válidos no domingo, contra 48,21% de Flávio, que não reconheceu a derrota e disse que recorrerá à Justiça Eleitoral para pedir a anulação do pleito. Agentes do mercado financeiro preferiam uma vitória de Flávio sob o argumento de que, em um governo do senador, haveria chance de maior controle sobre as contas públicas, embora nem o então candidato nem sua equipe de assessores econômicos tivessem apresentado detalhes concretos de um ajuste durante a campanha. Com a vitória de Lula &#8212; de certa forma inesperada, já que a maioria das pesquisas de intenção de voto do sábado, véspera do pleito, colocavam Flávio numericamente à frente, embora em empate técnico &#8211;, a expectativa dos investidores é de queda nas ações brasileiras e do real nesta segunda-feira. Havia, inclusive, entre agentes a expectativa do acionamento de circuit breakers na B3, quando as negociações são suspensas temporariamente após queda de 10% ou mais no índice de referência. Nos mercados externos, por sua vez, os principais índices acionários operavam em terreno positivo, ajudados pela queda do preço internacional do petróleo. ( Reuters )

update 8h05 Tesouro Direto se prepara para forte alta nas taxas e suspensões após vitória de Lula

Gestores esperam devolução do rali que se seguiu ao primeiro turno, com impacto maior nos títulos prefixados e IPCA+ de prazo mais longo; Tesouro Selic é apontado como porto seguro no curto prazo.

update 8h04 B3 altera exclusivamente para hoje os limites de oscilação diária de contratos futuros

Em comunicado divulgado agora há pouco, a B3 informou que exclusivamente para a sessão de hoje serão expandidos os limites inferiores de oscilação diária para o vencimento de dois contratos: contrato futuro de índice Bovespa (IND), dos atuais 10% para 15%, e do mini contrato futuro de índice Bovespa (WIN), de 10% para 15%.

update 8h00 Confiança do Consumidor avançou em outubro, após cinco meses de queda

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) do FGV IBRE avançou 0,5 ponto em outubro, para 84,7 pontos, retornando para o mesmo nível de agosto de 2026. Na média móvel trimestral, o índice recuou 1,2 ponto, para 84,5 pontos.

update 7h59 Índice EWZ despenca 25,79% na pré-abertura dos EUA

update 7h58 Investidores esperam queda das ações brasileiras e do real após reeleição de Lula

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito no domingo, derrotando o senador Flávio Bolsonaro (PL) e colocando os mercados financeiros à prova, com os investidores prevendo que as recentes apostas em uma mudança de governo sejam revertidas em uma semana volátil que se aproxima. Os contratos futuros de novembro BRc1 do real registravam queda de 10% durante o pregão asiático, enquanto um fundo negociado em bolsa (ETF) brasileiro listado na bolsa de Tóquio, o Nomura NF Ibovespa Link ETF, despencou 15%. Os mercados haviam apresentado fortes oscilações em antecipação a uma guinada para a direita desde que Bolsonaro ficou inesperadamente em primeiro lugar no primeiro turno, há três semanas. As ações fecharam na sexta-feira quase 7% acima do nível registrado antes do primeiro turno, enquanto o real se valorizou quase 5% em relação ao dólar. Os futuros de taxas de juros indicavam expectativas de que o aperto nas finanças públicas permitiria uma queda nos custos dos empréstimos. “Esperamos uma reação acentuada do mercado na segunda-feira, com reajustes agressivos nos preços, uma onda de vendas de ativos e os futuros de taxas de juros provavelmente atingindo seu limite máximo logo após a abertura”, disse Luis Felipe Vital, chefe de estratégia macro da Warren Investimentos. Nos próximos quatro anos, Lula deve desacelerar o crescimento da dívida brasileira, ao mesmo tempo em que protege os programas sociais e os investimentos. Para os investidores, a questão é se sua abordagem gradual para sanear as finanças públicas poderá reduzir os custos dos empréstimos. Sem confiança de que ele consiga cumprir o prometido, os credores poderiam exigir taxas de juros mais altas, aumentando a dívida do governo e tornando o crédito mais caro para empresas e famílias. ( Reuters )

update 7h54 Principais índices em Nova York terminaram a sexta-feira com quedas; semana acabou mista

Investidores em Wall Street ainda estão apreensivos após uma forte onda de vendas de ações de tecnologia e com os preços do petróleo nos EUA ultrapassando os US$ 100 por barril, o que aumenta o temor de que o conflito entre EUA e Irã possa se intensificar novamente. Ed Yardeni, presidente da Yardeni Research, descreveu para a CNBC o mercado de IA como uma “bolha”, mas afirmou que alguma despressurização não seria de todo ruim. “Tirar um pouco do ar da bolha da IA ​​é algo positivo. Não acho que ela vá estourar e criar problemas para a economia”, disse, apontando para o mercado de títulos como uma fonte de competição de capital para as ações.

Dia (%) Semana (%) Dow Jones -1,24 +0,41 S&P 500 -0,52 -0,49 Nasdaq -0,21 -0,71

update 7h52 DIs: juros futuros fecharam a sexta-feira com baixas por toda a curva

Taxa (%) Variação (pp) DI1F27 13,475 -0,026 DI1F28 12,825 -0,105 DI1F29 12,595 -0,115 DI1F31 12,575 -0,145 DI1F32 12,590 -0,165 DI1F33 12,650 -0,155 DI1F34 12,670 -0,125 DI1F35 12,655 -0,160

update 7h50 Dólar comercial terminou a sexta com baixa de 0,90%, abaixo dos R$ 5

O dólar comercial voltou a cair forte diante do real, após duas altas seguidas. O movimento foi na direção contrária da moeda norte-americana ante outras divisas de países desenvolvidos, com o DXY, o índice dólar, com mais 0,19%, aos 101,80 pontos. Câmbio fechou a semana com baixa de 1,64%.

Venda: R$ 4,993

Compra: R$ 4,992

Mínima: R$ 4,988

Máxima: R$ 5,056

update 7h48 Maiores baixas, altas e mais negociadas de sexta

Dia (%) Valor (R$) VBBR3 -3,19 35,82 WEGE3 -2,89 42,73 VIVT3 -2,26 32,43 TIMS3 -2,10 19,09 AXIA3 -1,83 58,00

Dia (%) Valor (R$) CSNA3 12,41 6,07 USIM5 4,74 6,63 NATU3 4,50 7,90 CYRE3 3,70 35,57 CSAN3 3,59 5,20

Negócios Dia (%) BBDC4 87.180 0,74 PETR4 78.252 1,47 B3SA3 69.153 1,72 MGLU3 67.126 -0,70 BBAS3 66.386 3,34

update 7h45 Ibovespa terminou sexta-feira (23) com alta de 0,47%, aos 205.082,56 pontos

Diferença para a abertura: +962,44 pontos

Volume: R$ 43,50 bilhões

Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:

Segunda-feira (19): -0,17%

Terça-feira (20): +1,57%

Quarta-feira (21): -0,86%

Quinta-feira: (22): -1,15%

Sexta-feira (23): +0,47%

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