O banco afirmou que o resultado eleitoral, considerado inesperado, deve provocar uma reavaliação expressiva dos preços dos ativos brasileiros na retomada das negociações nesta 2ª feira (26.out). Segundo os analistas, o mercado vinha se posicionando para um desfecho diferente.
O Ibovespa caminha para a maior queda diária da história nesta 2ª feira (26.out.2026) desde 1994. A Bolsa brasileira chegou a cair mais de 16% no início da sessão.
O JPMorgan destacou 3 fatores que devem influenciar a percepção dos investidores nos próximos dias:
a reação da oposição ao resultado das urnas;
a formação do novo governo;
a resposta dos mercados financeiros.
O banco também declarou que as oscilações nos preços dos ativos e nas expectativas econômicas podem afetar as decisões de política pública do próximo mandato.
EXPORTADORAS PODEM SE BENEFICIAR
Na avaliação dos analistas, empresas brasileiras com maior exposição à economia doméstica e mais sensíveis ao ciclo econômico tendem a enfrentar pressão após o resultado eleitoral. Já companhias exportadoras podem se beneficiar da desvalorização do real, que aumenta, em moeda nacional, o valor das receitas obtidas no exterior.

