Fábio Marcondes (PL), vice-prefeito de São José do Rio Preto (SP), tornou-se réu pelo caso de injúria racial contra um segurança do Palmeiras, ocorrido em fevereiro de 2025. A decisão foi tomada após a 3ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) acatar por unanimidade recurso do Ministério Público de São Paulo (MP-SP).
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Os desembargadores acolheram o recurso do MP-SP na semana passada e cassaram a decisão em primeira instância, que rejeitara a denúncia. Assim, ordenaram que a ação penal tramite, e Marcondes responda ao processo.
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Vice-prefeito de Rio Preto, Fábio Marcondes (PL), é investigado por injúria racial após xingar segurança do Palmeiras
O caso aconteceu em fevereiro de 2025, depois do jogo entre Mirassol e Palmeiras pelo Campeonato Paulista. A denúncia do MP-SP cita que o político chamou o segurança do clube de "macaco velho".
Em abril de 2026, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) havia anulado a denúncia. A decisão pedia que fosse retirado do processo um relatório da Polícia Civil feito com inteligência artificial, que indicou que Marcondes falou "macaco velho".
A defesa negou a acusação e afirmou que a expressão usada foi "paca véia", sem conotação racista. Diante disso, a defesa de Marcondes apresentou o habeas corpus para interromper o processo.
Com a nova decisão do TJ-SP a partir do recurso do MP-SP, porém, o vice-prefeito de São José do Rio Preto terá que responder como réu na ação penal.
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