A intimação foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, durante uma investigação sobre suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo Flávio e o advogado Willer Tomaz. O senador foi proibido de deixar o país e deverá entregar os passaportes comum e diplomático à PF no prazo de 24 horas. Também foi impedido de manter contato com Tomaz.
Wassef mantém relação com a família Bolsonaro há anos e já atuou na defesa do senador no caso das rachadinhas –suspeitas de desvio de salários de funcionários do gabinete de Flávio quando ele era deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Em 2020, Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio investigado no caso, foi preso em um imóvel do advogado em Atibaia (SP). O processo foi posteriormente arquivado depois da anulação de provas pela Justiça.
O advogado também acompanhou Flávio durante o pronunciamento realizado no domingo (25.out.2026), depois da derrota para Lula no 2º turno. Wassef mantém atuação política no PL na região de Atibaia e Bragança Paulista (SP).

