O crime, ocorrido em maio de 2025, foi registrado por uma câmera de segurança (veja abaixo; as imagens são fortes).

O cabo da PM Vinicius Rodrigues Pacheco, o Lico, que era lotado no batalhão de Irajá, foi julgado nesta segunda-feira (26), na 4ª Vara Criminal de Nova Iguaçu, e condenado por homicídio qualificado.

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O cabo Vinicius Rodrigues Pacheco, do 41º BPM

As imagens mostram Vinicius se aproximando de Jorge durante a festa, em Comendador Soares.

O local estava cheio. O policial aparece caminhando no bar, de camisa regata, bermuda, chinelo, com uma arma em uma das mãos e uma lata de cerveja e um copo na outra.

Em seguida, aparentando tranquilidade, atira contra Jorge à queima-roupa, diante de várias pessoas.

A vítima morreu na hora. O atirador fugiu com amigos, segundo a polícia. Ele se apresentaria à polícia 3 dias depois do crime, depois que a Justiça expediu um mandado de prisão após pedido da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF).

Homem é morto a tiros durante pagode na Baixada Fluminense (RJ)

Segundo as investigações da DHBF, o PM e Jorge haviam se envolvido em uma confusão em um bar cerca de 2 meses antes do crime.

De acordo com a investigação, ao encontrar Jorge novamente na festa, em 10 de maio de 2025, o policial decidiu matá-lo.

A família da vítima, no entanto, sempre contestou essa versão. Os parentes afirmam que Jorge não conhecia o PM e que foi atacado de forma aleatória.

Jorge Mauro Ruas de Paiva tinha 51 anos

Momento em que o cabo da PM Vinicius Rodrigues Pacheco mata o pintor Jorge Mauro Ruas de Paiva

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