O resultado levou o índice acumulado em 12 meses a uma ⁠alta de ​4,34%.

Em agosto, o Índice ​de Preços ao Produtor (IPP) havia apresentado alta ⁠de 0,34%, após três ⁠meses de deflação, acumulando variação ​positiva ‌de 2,50% em 12 meses.

Segundo o ⁠IBGE, do total de 24 atividades industriais analisadas, 16 tiveram alta em setembro sobre agosto, ‌com ⁠alimentos exercendo ‌o maior impacto, com alta de 2,40%.

Derivados da cana-de-açúcar e da soja são ⁠os quatro produtos ⁠de maior influência no resultado do setor de alimentos ‌em setembro, respondendo por 1,66 p.p., da variação de 2,40%, segundo o IBGE.

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Já indústrias extrativas apresentaram alta de 11,04% e ‌refino de petróleo e biocombustíveis, de 4,88%.

Entre as grandes categorias econômicas, bens de ⁠capital apresentaram alta de 0,62%, bens intermediários avançaram 1,94% e bens de consumo ​subiram 1,18%.

O IPP mede a variação dos ​preços de produtos industriais na “porta da fábrica”, isto é, sem impostos e frete.